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Nada

Movimentos do aço Na continuidade do ar rarefeito Sorrisos assustadores Em lágrimas angustiantes Paradoxos de contrassensos  Passados nas eras triunfantes Metabolizados da Revolução Mental Dos aparelhos ideológicos das cátedras Preteridos pelos muros da luz Prescindem de paz e verdade Locupletando-se de vil Pouca coisa importa num mundo Onde palavras são insultos Frases mecanismos Tantas artes… Continuar lendo Nada

Poesia

Ao vento

Ao vento folhas andam Flutuam umas aos espaços Beijam-se outras na queda Crianças correm descalças Pássaros cantam e voam Um milhão de sóis brilham solenes Nada enxerga-se perto Do chão a proximidade Um dia mais ver quero Luzes, cantos, passos Risos enquanto Ao vento as folhas andam