Poesia · Uncategorized

Olhos de preto petróleo

1966


Loucas palavras nos tocam

Notas de tanta amargura

Morre tão doce brandura

Em nervosismo de cão


Afastam nossa concórdia

Letras que vêm da discórdia

Ao coração que refiz

Vazam o sangue feliz


Por que tu sendo tão bela

Em farpas que esfarrapam

Cala toda bonomia


Olhos de preto petróleo

Deixes de lado maldades

Letras sem notas no bem

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