Opinião

Indireta é coisa vil

Há pessoas que fedem!

Não seria horrível eu postar coisas do tipo, caros amigos e amigas? Não estou julgando. Fiz coisas dessa ordem pela fúria do momento não poucas vezes. Perdi vários seguidores e não os culpo. No lugar deles, faria o mesmo. Hoje, tenho procurado me controlar. Com bastante maracujá e pouquíssima cafeína. Seguindo conselhos inclusive de uma amiga querida daqui mesmo. Que percebeu um e outro desequilíbrio e me ajudou.

O motivo pra se evitar isso é muito simples. Digamos que, por exemplo, eu poste algo do gênero no intuito de atingir apenas uma única pessoa. E eu, que tenho poucos mas amáveis cento e tantos seguidores, submeto-os todos a essa patacoada canalha por conta de um (a) infeliz. Por que não vou lá eu e excluo logo o (a) infeliz que tanto me incomoda? Só há duas opções: vagabundice ou burrice.

No entanto, detesto tanto uma quanto outra coisa. E embora o que eu diga a seguir seja até risível diante do impacto, se eu perceber coisas do tipo entre os que acompanho, vou mandar o dito cujo ir se catar em outras praças e não na minha com um simples clique. Procurando evitar o risco terrível de devolver o favor, e encher de lixo meu espaço irritando nobres poetas, escritores, escritoras, e todas as pessoas do bem e do amor que poderão se sentir atingidos sem o serem.

Se pudesse dar apenas um conselho aos indireteiros, seria esse: Comecem o texto assim: João da Cunha Silvino de Cavalcante Assis do Prado do Rego Esquisito é um tremendo dum filho da… É mais sincero. E ninguém vai lhes dizer que são uns covardes, medrosos ou irritantes.


P.S. De minha parte, não prometo escrever coisas que todos gostem e nem amar de paixão tudo o que os queridos escrevam. É bem provável que não dê conta nem de cinco por cento devido a quantidade de material. Mas tentarei evitar com todas as forças a gratuidade da vileza e, quando o caso for de ficção, fazer o que sempre fiz: seguir a cartilha da boa:Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.”

Assunto encerrado. Trabalhemos que a coisa ta feia. Perdoem qualquer coisa. Alegria para os tristes e equilíbrio aos alegres. Um Forte abraço a todos!

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