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Interceptações – Nível Pastoral – Administração de Conflitos

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Quanta tolice, G. De tal monta que achou por bem citar até Paulo? Acho que do jeito que as coisas vão logo você acaba se convertendo. Realmente acredita no que diz? Infortúnios imprevistos? Ora, nós criamos o que você chama infortúnio pela engenharia sistêmica do instituto da previsibilidade. De modo que nem era infortúnio muito menos imprevisto. O mal dos executores é sempre pensar estar à frente dos projetistas. A ordem é: nós mandamos e vocês obedecem! Para ficar bem claro, usarei de expressões facilitadoras. Dado o seu nível de apreensão da realidade ser absurdamente infantil, só mesmo desenhando.

Toda nossa organização depende de escândalos, brigas, porfias, queixas, divórcios, calamidades, processos e, não obstante, a permissividade à prática de crimes. Melhor ainda se forem hediondos. Seja crimes contra a Igreja, a sociedade, o estado e, principalmente, contra o ser divino no qual estes imbecis acreditam. Você acha que o resultado de todo esse trabalho de décadas de infiltrações deve resultar no quê, hein? Instituição exemplar? Minha nossa senhora, cidadão! Vê se pensa!

Quando recomendamos a você a manutenção de D. era unicamente por ele ser o parasita que nele você enxergou. Ele era a perfeição em forma de ignomínia para ir cada vez mais afastando essas pessoas de sua fé original. Poucos são os que dissociam o comportamento dos seus líderes aos ditames do verdadeiro cristianismo, embutidos no tal Ahgrrrr!  Sr. Jesus.

Um sujeito como D. nos é útil no altar, não afastado das mancomunações e da tragédia anunciada. Ele é o tipo ideal para enfraquecermos o poderio do conformismo, produto dessa religião inventada para impedir qualquer revolução cultural. Do contrário, todos começarão a se orgulhar da instituição Igreja, que não se permite escandalizar e afasta exemplarmente os responsáveis pelas más condutas. Ainda não aprendeu nada com as infiltrações na ICAR? Você não obedeceu a nós, mas justamente a Paulo. Se tivesse mantido D. no cargo e ido até nossa reunião, saberia o erro grosseiro que cometeu. A congregação está apta para ficar descontente e, principalmente, indignada. Cessou o momento das maquinações e chegou o momento do ataque frontal a esta denominação e todas as outras (olhe ao seu redor, caramba!). Nossos agentes estão em praticamente todas as casas buscando promover a balbúrdia e conseguindo… Ao contrário de você que em vez de buscar a ruína dessa gente, está inclusive recomendando divórcio e resolvendo conflitos que deveriam ir parar nos tribunais.

Surtou? Eu bem dizia a M. que você não tinha juízo algum. Novamente preciso te explicar o bê-á-bá? Você resolveu diversos conflitos que não eram, de forma alguma, para serem solucionados, mas inflamados até às explosões bombásticas. Sua atuação é completamente avessada. Será que você não leu no livro desse povo que os conflitos devem ser resolvidos entre eles e não fora do seu meio justamente para evitar os escândalos?

Cidadão, cidadão, emende-se. Você é ferramenta de estímulo não para evitar escândalos, mas para cria-los, fomenta-los, compartilha-los, nutri-los e na ausência deles, planeja-los com insistência. Seus critérios horrorosos, contudo, não pararam na resolução dos conflitos por nós almejados. Sua irresponsabilidade te levou ainda mais longe.

Fui informado que você chamou a ‘donzela’ exposta em seu último e-mail para ir sozinha ter contigo no escritório. Visando recomendar à criatura que se separe imediatamente do seu marido “louco”, palavras suas não minhas. Não sei mais o que deva fazer a seu respeito. Isso não deixará de constar em meu relatório e você bem sabe o que isso significa. Nossas instruções foram bem claras: não permitir que se separem os casais quando os motivos para tanto são gravíssimos. Ainda que haja espancamento, fornicações, traições, orgias, roubos e até assassinatos realizados pelos cônjuges, nossa recomendação é de que não se separem. Será preciso repetir os motivos pelos quais recebemos tais instruções? Essas pessoas devem odiar a instituição Igreja em conjunto com a do casamento a tal ponto que não consigam nem mesmo passar em ambas as calçadas. Ou você ignora todo o aprendizado que antes teve de te colocarmos aí, ignóbil!

Tudo o que lhe dou são ordens taxativas para serem cumpridas imediatamente: Recoloque D. em seu posto! Reúna de novo o casal junto com os pais e faça o diabo para a reconciliação. Recomende à donzela que deve obedecer seu marido, mesmo que ele ordene que ela se mate. Diga a D., assim que retornar ao seu posto, para insistir durante um mês com toda a Igreja para que ela se use sempre da polícia, do poder judiciário e da imprensa para resolver todos os pequenos problemas. Lembrando que os grandes, àqueles pelos quais todos já foram informados e dos quais criou-se a histeria coletiva pela judicialização, estes não. Sobre as igrejas ‘concorrentes’, fique tranquilo. Já há dos nossos nelas. Cada coisa a seu tempo. Diminua sua vista global em conjunto com sua soberba. Não preciso ser alertado sobre o que devo fazer por um pobre diabo como você. Ah, e antes que me esqueça, cuidado! Se continuar agindo assim, seu fim será aos pedaços numa valeta.

Sem mais. E.

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