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Um Sono Ocidental

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Quando a noite deu à luz essa manhã;
Da gravidez das estrelas com a lua,
E o mar azul criou asas pra ser céu,
E os filhos do sol refletiram nos poros,
Perfurando águas e águas de mergulhos,
Propus-me correr com o veloz mundo,
Até que encontrei estradas feitas cabelos longos,
Que dividiam-se como fronteiras
Do mapa das Américas,
Cada parte em suas devidas geografias,
Fiz das periferias do umbigo cama,
Daquelas ripas dobráveis,
Na sombra de carvalhos notáveis,
Dormi um sono ocidental;
Tranquilamente agitado,
Engolindo olhos e mastigando dentes.


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