Crônicas

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaqqqaaaaaaaaaaaaakkkkkkkkkkkaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaapqpaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaeeeeeeeeeeeeeiiiiiiiiiioooooooouuuiuiiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

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66 comentários em “aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

  1. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaqqqaaaaaaaaaaaaakkkkkkkkkkkaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaapqpaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaeeeeeeeeeeeeeiiiiiiiiiioooooooouuuiuiiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

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  2. kkkkkkkkkkk…sabe o que eu observei, preste atenção nisso. O seu “aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…” te rendeu onze curtidas e mais um meu agora só para ajudar, doze. Enquanto que a três dias o meu trabalhosa “pedido’ me rendeu três curtidas, lembrando que um foi seu e outro do laércio que não contam porque foi imagino ter sido por piedade. ssr. Viu…foi como falamos aquele dia. kkkkkkk….eu estou com inveja de você. Bju

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    1. Inveja de mim? Duvido muito. Em todo o caso, discordo de você. Primeiro que o aaaaaaa, rsrs, dá muito trabalho. Parece bobagem, mas requer talvez até mais sacrifício mental que o um “trabalhoso” post. É porque ele está dentro de uma categoria de quebra do paradigma, desapego com a reputação e ironia ao extremo. Além de poder ser interpretado como um grito para os que sofrem com a vontade de dizer sem estar no momento com inspiração. Contudo, voltando ao curtir, tudo depende de como você olha a questão. Por exemplo, há pessoas que têm quase dois mil seguidores, e conseguem de 50 a 60 curtidas. Isso representa em média cerca 0,02 curtida/seguidor por post. Eu não sei a quantidade de seguidores que você tem, suponhamos que tenha 30. Considerando apenas o seu post que tem três curtidas, você teria 0,1 curtida/seguidor por post. Isso te dá metade da média de alguém que está aqui há três anos ou mais. Nesse caso, eu me consideraria um sortudo. E é assim que eu vejo. Tenho pouco mais de cem seguidores. doze curtidas representam 0,12 curtida/seguidor por post. Percebe? Você tem a mesma média que eu. Que estou aqui penando há mais tempo. Em suma, o que importa é a expressão. Meus posts e o que falo deles não são fixos, eu sempre estou pensando diferente a cada dia. Por isso, o que eu conversei ontem, pode já não servir mais hoje. Bj, Abá, ótima tarde.

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    2. Corrigindo. Na verdade, eu computei 0,02 como sendo o dobro 0,1. Isto é, kkkkk. Nem eu mesmo acreditei no resultado. A verdade é que nossas médias de curtidas estão quase três vezes maiores que os que têm 2000 seguidores e não conseguem mais que 55 curtidas. Fiquei até feliz com minha conclusão agora, kkkkkkkkkkkkkk. isso vale mais um aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

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      1. Caríssimo amigo, quando li pela primeira vez esse post – e “comentei”, rs -, não queria fazer uma digressão para não atrapalhar. Mas já que vc entrou nesse assunto…
        Sabe que me ocorreu justamente essa dúvida: seria um teste? Aliás, mereceria vários testes, para tentar compreender o comportamento dos internautas. Se não me engano, no RL vc já tinha comentado algo assim num texto, que textos elaborados eram pouco lidos e comentados, enquanto textos apressados faziam sucesso. Aliás, não só vc, outros disseram a mesma coisa. Aí, este post “aaaa” me pareceu justamente um teste, para comprovar alguma tese nesse sentido. Comprovou?
        Bem, o comentário da Abá indica que sim. E posso dar meu testemunho: se não me engano (teria que pesquisar isso agora, mas não sei fazer e estou sem tempo), NEM UM post meu chegou a 12 curtidas, rarararararará! Claro que dou de ombros. Se me preocupasse com número de curtidas, já teria saído do WP faz tempo. Mas não é esse o ponto.
        O verdadeiro ponto, que vc acaba de revelar, é a falta de relação entre o número de seguidores e os demais números – visualizações, visitas (eu lá sei a diferença entre isso, francamente), curtidas e comentários.
        E, para corroborar sua tese, puxe pela memória: que post vc se lembra de ter ultrapassado a marca de 100 curtidas? Eu desconheço. Já li muita coisa, dos blogs a que vc se refere, com mais de mil e até de dois mil seguidores, NUNCA vi um post com mais de 100 curtidas. Vc já viu?
        Mas sabe que talvez a explicação esteja no seu outro texto. É que, como vc já havia comprovado, há por aqui uma espécie de escambo de seguidas e curtidas. Natural. No RL também. Tinha um, coitado, que era o último recurso, caso vc precisasse urgentemente de um comentário. Bastava comentá-lo que ele respondia no mesmo dia, com um comentário padrão (copiar-colar). Boa pessoa, mas… Enfim, o fato é que, para alguém com mil ou dois mil seguidores é humanamente impossível ler o suficiente para garantir uma cota de curtidas maior que essa que vc se refere. A não ser que saia “curtindo adoidado” (rs), sem ler, como na experiência que vc relatou no texto anterior. E vc mesmo comprovou que essa experiência foi um fracasso. Mas seu fracasso foi um sucesso, porque comprovou essa sua tese de agora. E esse sucesso merece, sim, um: aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

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        1. Agora tenho certeza. São 23 três seguidores que tenho no total e mais uma, não me pergunte como, eu mesmo estou me seguindo..sssr……Senhor Pitágoras do Pantanal já pode fazer os cáuculos! Quando eu digo que é um talento esse menino…..quanto filosofismo e metafísica há em um aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa………ssr.

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        2. Veja, Caro Laércio. Na verdade, não se tratou de um teste. Eu vou divergir na vã tentativa de salvar esse post da comparação com outros posts insignificantes que buscam somente captar curtidas. Aqueles que tem cheiro de chama clique. Esse na verdade zomba inclusive destes. Ele é uma ironia de si mesmo enquanto dos outros. Nesse aspecto, dá trabalho postar um aaaaaaaaa. Sem querer comparar, eu o julgaria mais do ponto de vista de um post Mico e Muco. Obviamente, isso não é comparar, pois seria um absurdo igual a propor Chico Buarque x Dostoievski. É claro que olhando por cima poderá se pensar que é um post caça curtida. Não é. Até me surpreendi com o humor refinado dos colegas que entenderam a mensagem e curtiram. Em especial o Hang Ferrero, que sempre está a postar algo de valor sem igual. Mas não só ele. O que me deixou um tanto pensativo, foi que todos esses que curtiram não são aqueles que curtem qualquer coisa por aí. Sem querer desmerecer ninguém, digo isso sem medo. Eles curtem quando curtem mesmo, como você e a Abá. Não posso entrevistá-los e nem quero, mas diria que eles captaram minha intenção. Sobre as 100 curtidas, há uma poeta americana que sempre alcança isso. Beira 150 curtidas e até mais. E tem posts dela que chega a isso nos comentários, cerca de 50, 60 comentários por post. Sobre o fracasso ser sucesso, aproveito novamente o post aaaaa. Ele é um sucesso do fracasso. Ou o exato fracasso do sucesso. Um convite a não dar à mínima pra nada e postar o que der na telha. Enfim, todo esse gesso me espanta um pouco. O que há conosco? No recanto se dava isso, aqui também se dá, essa troca. É ela que vai posteriormente criar as panelas. E essas panelas são poderosas para “defenestrar”. Falamos mal delas, mas há algo que nos impulsiona a delas fazer parte, como explicar isso? Difícil. Precisaríamos nos conhecer mais a fundo. A propósito. Permita-me uma provocação. Você diz que se fosse por causa de curtidas já teria saído daqui. Olha, eu realmente não duvido. Mas será que lá no íntimo, no mais íntimo, não há aquela fagulhazinha facebookiana do número dizendo que mais cedo ou mais tarde você vai ter as curtidas e é isso que o faz permanecer. Em suma, não é isso que nos faz permanecer a ambos? Será que ao tentarmos ser diferentes já não é claro sinal de que somos iguais? Claro que isso é mais pra resultar em diálogo que propriamente pra concluir. Até porque sei que você não analisa pra finalizar mas pra levar às outras análises, que é o que também procuro. Abraço, amigo

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          1. Como diria o Chaves, “isso, isso, isso”. Era mais ou menos isso o que eu queria dizer, mas acho que não me expressei bem. Pensei no teste não no sentido de captar curtidas, mas no de fazer uma avaliação quantitativa das curtidas conforme o tipo do post. Mas o que vc trouxe agora me chamou ainda mais a atenção, que foi a avaliação qualitativa. Esse seu dado, confesso, me deixou perplexo. Que explicação dar? Não sei! Acho que curti também a resposta do Hang porque ele entrou bem no clima do post, foi perfeito.
            E volto a dizer – e esse seu comentário comprova isso – que vc está fazendo uma verdadeira “antropologia da blogosfera”. Ela seria enriquecida com uma análise dos perfis de quem curte (conforme seus próprios blogs, números de seguidores etc.), comparado com os textos curtidos. Isso eu digo sem tirar da cachola, mas a partir desse seu comentário e dessa sua percepção. Meu caro, eu não estou brincando, daria um belo trabalho. Mas daria muito trabalho…
            Sobre a questão das curtidas e sair daqui, o que te digo é o seguinte: certo fim de semana, quando eu estava desenhando quadrinhos da dupla, de repente me bateu a seguinte dúvida: caramba, por que estou aqui, “perdendo meu tempo” com um desenho que será visto por umas 15 pessoas e curtido por 5, em vez de sair por aí e “curtir” o domingo? Porque se apenas 1/3 dos que vêem curtem, significa que não está agradando. Veja que o problema não é só as curtidas, mas as visualizações e visitas.
            Então, respondendo à sua bem-vinda provocação: sim, é claro que esses números mexem com a gente, mesmo não querendo. É o que ocorria também no RL – não no webartigos, eu que a gente publica e deixa ao deus-dará. O que eu te digo é que só continuei desenhando M&M (que têm prazo de validade) e publicando um por dia em respeito aos que curtem – e porque já estão anotadas as sinopses, que renderão até o fim de março, no máximo início de abril e fim. Até porque minha intenção é prosseguir em artigos sobre política, que não consigo terminar. Para amanhã mesmo agendei um quadrinho avisando que vou dar um tempo aqui no WP. Deixarei várias postagens agendadas, mas devido a problemas profissionais, que evidentemente não posso expor aqui em público, mas vc já pode imaginar, até porque vc também passou por apuro semelhante, pelo que já relatou.
            Fato é que o WP é um vício. Quando faço o login me bate um sentimento de culpa, que imagino ser o mesmo que acomete o viciado.
            Por isso tudo, o diagnóstico que vc traçou no texto anterior, sobre a carência de afetividade, é perfeito. Pois é justamente dela que o WP espertamente tira proveito.
            Mas, como vc bem disse, não dá pra concluir nada por enquanto. São intuições e hipóteses que vc lançou, com base na sua experiência, e que merecem reflexão. Pode-se ir longe com isso. Vale a pena, mas é trabalhoso. Vc encara o desafio? Um forte abraço, meu caro amigo.

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            1. Exato, as visualizações, as leituras. Essas são realmente essenciais. O problema é que o curtir destrói um pouco isso. Eu fiz um texto que teve muitas visualizações, não vou dizer qual. E não teve muitas curtidas. Isso me deixou na seguinte reflexão, no que errei. Provavelmente não errei. Mas pela polêmica, alguns podem ficar com medo de curtir. Afinal, nem sei se isso ocorre, mas é possível que haja pessoas que queiram saber quem curtiu determinado post. E isso pode afugentar alguns leitores que não gostam de se dar às polêmicas. Porque se alguém curte, por exemplo, um texto sou contra o casamento homossexual, os colegas homossexuais podem querer saber quem curtiu, acho que você entende né. Enfim, haja assunto pra discorrer né amigo? Por exemplo, você fala da carência. Realmente, há uma carência terrível na web. Pra te dizer a verdade, chego a ficar quase às lágrimas interiores. Quando vejo o sofrimento e a dor das pessoas, a sua solidão, insegurança e tudo o mais. É dolorido. Porque há isso em todos nós e sabemos o quanto é difícil. É até complicado falar disso. Pelo simples motivo de que, quando eu fiz o texto será que fiquei louco – parte 2, atingi sem querer pessoas que jamais pensaria atingir, mas que se sentiram atingidas erroneamente. Como sei disso, bem, longa história. É por isso que eu detesto indireta. Isso é um verdadeiro inferno na vida de todos. Mas sabe o que tem me irritado, e acho que a ti também. Manipuladores. Eu não sei o que pensam, porém acho que pensam que podem me manipular. Sabe aquele tipo que aprende um pouco de psicologia e pensa que pode te colocar na palma da mão e que você não percebe que estão tentando te colocar na palma da mão? Caro amigo, isso é por demais irritante. Eu dou risada. Como podem pensar isso? Meu Deus. Estamos perdidos mesmo. Chega-se ao absurdo de trabalhar a reputação em algumas linhas para outros enquanto pensa que eu não percebo que está tentando fazer isso em minha página. Mas será possível? kkkk. Sem mais delongas, caro amigo. Desejo que resolva suas questões urgentes. E muito obrigado pelo cuidado e carinho com seus leitores entre os quais me incluo. Ficar sem a sequência por longos dias seria uma lástima. Grande abraço, amigo. Com tempo, falamos mais. Tudo de bom pra ti.

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              1. Aí que está (e estou aqui no serão, rsrs – para pôr em dia o que… enfim, o motivo de dar um tempo aqui; hoje foi questão urgente, mas o problema tem sido crônico, tem afetado o dia-a-dia), essa dúvida que vc falou creio que nos atormenta a todos: mas será que curtidas significam leituras? Vc mesmo disse, no seu texto anterior, que sabe que tem gente que curte sem ler. E provavelmente há quem leia sem curtir. E então, como equacionar isso? Acho que o pessoal de estatísticas diria que há a margem de erro em ambos os números corrige (compensa) uma a outra, ou seja, que no final das contas o número de curtidas pode ser bem próximo do número de leituras. OK. Partamos desse pressuposto. Só que quem leu e não curtiu é porque não gostou – esse é um dado precioso para avaliar a qualidade do seu texto e nunca saberemos. E quem curtiu sem ler pode até inflar seus números, mas diz mais sobre essa pessoa do que sobre a qualidade do seu texto, então não significa nada.
                Já vi que alguns blogs têm aquele negócio que vc dá nota para o texto. Adianta? Não, porque quem curte sem ler também pode dar nota sem ler. Aliás, nota boa e ruim. Infelizmente, esse sistema de notas também pode ser totalmente distorcido.
                Outro dado, para ficar ainda mais complicada sua análise, no que diz respeito ao seu texto que teve muitas visualizações e poucas curtidas. Se era um texto longo, vc nunca saberá se teve poucas curtidas porque efetivamente não gostaram ou porque, ao perceberem o tamanho, desistiram de ler e de curtir. Pior, como vc mesmo disse, há aqueles que curtem sem ler, então nesse caso, mesmo desistindo da leitura por causa do tamanho do texto, podem ter curtido assim mesmo. Estamos às cegas.
                Já em posts curtos, ou de imagens, aí me parece mais perceptível que essa diferença entre visualizações e curtidas PODE significar uma reprovação ao texto, ou ao autor, ou preguiça, ou soberba, sabe-se lá.
                Sua hipótese sobre o medo da polêmica (que vc diz no comentário) e do escândalo (que vc cita no texto anterior) é muito interessante! De fato, deve haver casos exatamente assim. Porque a curtida soa quase como uma cumplicidade. Ora, na teoria, creio que seria possível vc “curtir” um texto com que não concorda, mas pela argumentação apresentada. E, nos comentários, debater o assunto. Mas convenhamos que isso deve ser um tanto raro. O curtir não soa como apenas uma aprovação da forma, mas uma verdadeira concordância com o conteúdo. (Mas aí entram os que curtem sem ler e esculhamba a estatística de novo, rs.)
                Quanto ao “Será que fiquei louco parte 2”, bem imagino que isso tenha acontecido. Aliás, em alguns textos anteriores também. Por quê? Porque são textos que a gente lê com grande apreensão: “será que vou me enquadrar no próximo parágrafo? ufa, não foi dessa vez, e no próximo?” e assim por diante. Nesse ritmo, é claro que uma hora o sujeito chega num parágrafo em que bate a dúvida: sou eu? Aliás, eu confesso que num parágrafo lá até tive de reler, mas concluí (espero que acertadamente, rarará!): “caramba, essa bateu na trave, ufa!”
                Já vi vários textos seus falando sobre os “psicólogos da web”. Engraçado, eu devo ser tapado pra burro porque não percebi, ou seja, provavelmente eu mesmo estou sendo manipulado por eles, rs. Por acaso essa manipulação é aquela do trabalho gratuito, oferecido como oportunidade de auto-exposição? Se for, meu caro, é como vc mesmo já disse noutro comentário: é justamente essa a mola mestra do WP como um todo.
                Em resumo (mas sem conclusão!), essa nossa conversa toda, bem como o conjunto de seus textos anteriores sobre o tema, dariam um belo (porém trabalhoso) estudo. Digo mais, posso apostar um Chicabom que seria um estudo pioneiro. E aí, vai encarar essa bronca? rs… Não sei se vai, afinal acho que vc, como eu, está aqui mais por prazer, então um estudo assim talvez só dê mais trabalho que prazer. Mas o que posso lhe assegurar, e o digo publicamente, é que, por tudo que li, vc é quem estaria mais gabaritado para desenvolvê-lo. Seja pela experiência própria acumulada, seja pela perspicácia na percepção de todas essas nuances do comportamento do internauta na blogosfera. De repente até para publicar fora do WP, para tentar obter leituras mais isentas, porque não espere isenção de blogueiros num estudo sobre eles mesmos, rs. (Em compensação, que prazer dará não ver a bomba estourar? Rarará, taí mais um motivo porque estamos aqui.)
                Voltando ao meu problema aqui, preciso arranjar uma forma de conciliar meu ganha-pão com o WP, que é meu perde-pão, rs. Vou começar tirando uma semana e vejo no que dá. E quando acabar a saga M&M, aí é só fazer login quando tiver algo pronto para publicar, não por obrigação de manter blog. Aliás, não sei se já te disse, está aqui nos rascunhos um post justamente para essa finalidade: me desobrigar de continuar com postagens diárias. Mas isso é só para depois do fim da “saga”, rs. Ou seja, provavelmente, abril. (Vixemaria, agora me dou conta, se o fim da saga ou esse post caírem no 1º de abril? rarará!)
                Caríssimo amigo, finalmente vou pra casa, ufa! Um forte abraço, uma boa noite e tudo de bom pra vc.

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                1. Um comentário de fôlego, caro amigo. Percebo em resumo que temos algo: dúvidas. Dezenas e talvez até centenas delas. No caso do curtir e das leituras as possibilidades são imensas. É preciso, no entanto, filtrar e ver o que sobra, mas como como você bem reparou, isso dá trabalho pra burro. Não sei se estaria disposto a tal exercício. Pode ser que chegue a ser quase uma psicose tal ocupação. Diante de seu incômodo com o vício que o WP acarreta, você acerta em cheio. É de fato viciante. E feito pensado para isso. Estamos diante de uma construção totalmente projetada para esse fim. Daí o meu problema com redes sociais, elas sempre buscam o vício. Na verdade, trabalham, pesquisam e contratam os melhores profissionais para nos viciar das mais diversas áreas. Creio que até da psicologia, do estudo comportamental e por aí vai. Toda uma estrutura pronta para nos transformar dependentes. E dentro dela, há nós, também querendo fazer leitores viciados. Oras, amigo, isso só pode resultar no que você bem relatou, não conseguimos fazer mais porcaria nenhuma a não ser logar, logar, logar e logar. Enfim, assunto pra mais de metro. Espero seu retorno, enquanto isso vou acompanhando o seu trabalho de agendamento com prazer. Forte abraço, ótimo retiro.

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                2. Meu caro amigo, bom dia. Incrível como o post “aaa”, com sua aparente simplicidade, rs, gerou uma das melhores conversas (se não a melhor) que tive aqui no WP, muitíssimo obrigado pela excepcional oportunidade! Vc falou em filtragem – e é bem essa a palavra – das leituras/curtidas. Sabe que, ao ler isso, tive uma idéia, como direi… maquiavélica: postar um artigo gigante e lá no meio, perdido bem no meio de um parágrafo, aliás, no meio de uma frase, sem qualquer tipo de destaque, uma “chave”, ou um Wally. Que podia ser, p.ex., algo assim: isto é um teste; se vc está lendo isto, coloque no comentário apenas o símbolo %; comentários sobre a existência deste teste serão apagados. Importante: colocar todos os comentários desse post sob moderação, pois se alguém comentar o teste, vc não autoriza a publicação, para não estragar o teste. Aí vc espera e vê quantos curtiram sem postar o sinal % ou mesmo comentaram o teste (que vc não publicará, mas saberá que leram o teste).
                  Desse teste, vc extrairá dois dados interessantes. Um, de interesse pessoal: saber quais são os que curtem no vazio. (Desse dado vc pode tentar extrair o perfil desses leitores, pode ser um perfil comum, p.ex.: blogueiros com muitos seguidores, ou perfil dos assuntos que tratam em seus blogs etc.) Outro, de interesse geral: ter uma idéia aproximada de que proporção de leituras efetivas por curtidas. Que tal? Depois vc teria duas opções: ou trataria desses dados num estudo sobre tudo isso que conversamos, ou faria um post desmascarando a coisa toda. Enfim, vc já disse em comentário à frase do Saramago que não está aqui para montar armadilhas, mas confesse que essa é bem tentadora, rsrs.
                  Outra coisa, ontem, antes de ir embora, dei uma olhada no blog da Kally e vi o que vc falou: os posts dela têm mais de 100 curtidas. Recebi a visita dela com curtidas distribuídas aleatoriamente, inclusive a comentários os mais singelos. Claro está que ela curte sem saber ler português. Mas esse é um ponto fora da curva, não contará na sua estatística.
                  Aliás, falando em estatística, em casa, tive uma idéia que gostaria de compartilhar, ver o que vc acha. Tenho, como disse, sérias dúvidas sobre a seriedade dos números de visualizações/visitas que o WP apresenta. Tendo em vista o que falei, sobre os dias de maior número de v/v serem justamente aqueles em que mais conversei em comentários, pensei na seguinte hipótese: será que o WP usa o nº de v/v como uma espécie de “premiação” pela interação? Parece piada, mas é sério. Algo me diz que aqueles números foram inflados pela minha própria atividade, portanto não corresponderam a um real acréscimo de visitantes/visualizadores no meu blog. Ou seja, adotando um conceito que vc lançou (e que eu aplaudo), eu trabalhei de graça e recebi de gorjeta números bonitinhos para ficar bem contentinho, ai que meiguinho. Isso é como dar petiscos ao cão adestrado durante o show. Antes de prosseguir minha hipótese, faço-lhe uma pergunta: vc notou diferença de v/v nos fins de semana? Eu notei. No início, pensava que era porque não publicava nos fds. Mas de umas semanas pra cá, publico por agendamento. E sabe o que aconteceu? Nada! Os números do fds continuam bem menores que durante a semana. Principalmente nos domingos, quando vão de 0 a 5 v/v. Vc percebeu algo semelhante? Ou seja, o usuário do WP loga menos nos fds? OU… e aí é que volto, com força, à minha hipótese: OU os números são baixos porque MINHA atividade foi baixa? Meu caro, só não aposto um Chicabom (nossa eterna homenagem a NR) nisso porque precisaria antes saber se contigo também ocorre esse desnível no número de v/v durante os fds. Se vc confirmar, caramba, a hipótese vale um Chicabom, rarará!
                  PS: como se não bastasse a questão profissional, ontem à noite somou-se outra, de saúde. De tanto digitar, terminei o dia com dores nas mãos. Tenho medo que volte a tendinite, que é um problema crônico, às vezes sob controle, outras fora dele. Foi mais um sinal de que é hora de dar um tempo.
                  Um forte abraço, meu caro amigo.

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          2. PS: uma outra coisa que notei, que foge à antropologia, acho que entra nas exatas: vc já notou que os dias de mais visualizações/visitas é justamente o dia em que vc mais interage com comentários? Olha, estou começando a desconfiar que esses números são um grande embuste. A princípio, passam a a impressão de que mais pessoas visualizaram/visitaram (o que seria lógico, já que não seria muito comum que uma mesma pessoa lesse mais de uma vez o mesmo post), mas talvez não seja nada disso. Talvez sejam contabilizados como visualizações/visitas todas os novos comentários, seus e de seus leitores. Ou seja, não são outras pessoas, que vc está atingindo, são exatamente as mesmas! Alguém poderia responder: mas pode ser uma tag atrativa, como impeachment. Só que eu não ponho tags nos quadrinhos, e esse fenômeno eu observei em dia só de quadrinho. Como somos iludidos pelo WP… Um forte abraço, meu caro amigo.

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            1. Caro Laércio. Estou respondendo ao seu último comentário nesse porque lá chegou ao seu limite de resposta. Depois do que falou, fui verificar estatísticas do fim de semana. O dia que mais tive visualizações até hoje foi num domingo. Não sei o que se deu. Provavelmente diálogos. Foi algo atípico. Totalmente atípico. Nos demais dias, a média cai bastante. Eu entro nos fins de semana às vezes, e as postagens também diminuem drasticamente. Os dias em que reparei haver mais movimentação são segundas e quintas. Tanto de postagens como de comentários, visualizações, etc. Sua visão é brilhante. Essas redes precisam nos estimular, minha ideia é a de que há não só números animadores, não tão reais, como há até blogueiros contratados pra tanto. Curtidores profissionais. Falo isso pensando na minha própria pessoa como administrador de sites assim. rsrs. Só que entra outra questão. Quando se passa a questionar isso, tudo tende a voltar ao real, se é que me entende. Veja que se nós formos analisar o que dizemos de fora de nós mesmos parecerá que estamos completamente loucos. Mas nós sabemos que não e é o que vale. Indo por outro campo, por exemplo, o Facebook, você acredita que ele rapazinho com cara de toba o zuckerberg criou mesmo o Facebook? Aquela rede gigante criado por um senhorzinho daquele? Eu penso que foi a CIA e o Pentágono. Aquilo é um laboratório de pesquisa em que há todo o tipo de cérebro voluntário sendo estudado de graça. Eles estão mapeando tudo, tudo. É o Big Brother com certeza. Aliás, o WordPress é o Big Brother para os que vão percebendo que o Facebook é o Big Brother. E aí caem no mesmo lugar. Como Winston que passou a confiar no homem que era do Big Brother como se não fosse. Estamos cercados, e toda vez que olho vejo que não há escape. Ou se entra ou se entra. Eu gosto de pensar que nós somos equilibrados. Mas de uns tempos pra cá também não faço mais nada. Eu virei um cão virtual. Desejo mesmo que você se desintoxique e se liberte dessa volta da tendinite. Poderia dizer que sentiria sua falta, sua atividade. Mas meu amigo, melhor nós desejarmos controlar isso, ou estamos lascados. Abraços, caro amigo.

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              1. Concordo com você Waldir.Veja meu exemplo. Consegui ficar uns dias longe e agora parece que nunca sai.Estou de Novo enfiada aqui.Por que? Poderia estar lendo um livro, vendo um filme, mas não….é uma coisa do capeta mesmo! Bju

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              2. Caro amigo, muito interessante essa sua informação. Será que foi um domingo em que vc interagiu bastante? Estou tentando “captar” isso, mas minha atividade aqui é pequena, não é suficiente para tirar conclusões desse tipo. Sugiro procurar prestar atenção nisso, se há relação realmente. Aqui, diz o WP que meu dia da semana mais movimentado é 6ª. Por quê? Sei lá. No início, pensava que era um “crescendo”, que vinha desde a 2ª. Mas as últimas semanas negam essa hipótese, foi um vai-vem, tipo montanha russa. Mas montanha russa pra crianças, bem baixinha, rararará!
                A sua hipótese de blogueiros profissionais para isso é tentadora. E bastante provável. Veja, se até os partidos políticos os têm, que dirá mega-corporações como o WP? Eu tinha uma suspeita assemelhada no RL, mas de falso comentarista dentro da própria administração do site, para movimentar a coisa. Não sei se vc percebeu, mas havia alguns nomes de mulheres, com e-mails evidentemente falsos, que faziam uma espécie de patrulhamento ideológico lá dentro. Às vezes até concordavam, como uma tal de Katarina. Os outros nomes eu esqueci. O que percebi: algumas delas usaram, com nomes diferentes, o mesmo e-mail falso. Então, evidentemente, era uma pessoa só. Para que isso tudo? Tudo indicava que para estimular o debate. Certa vez, um tal de Mark Scoat (evidente pseudônimo, creio que sua origem seja Marx Coat, sendo que “O casaco de Marx” é o título dum livro) fez um comentário desairoso a uma outra comentarista (verdadeira, aliás, sempre muito educada, não o merecia). O que aconteceu? “Duas” outras falsas comentaristas entraram na discussão em defesa dela. Essa “dupla” agiu como uma só. Mas deixemos o RL, o que quero dizer: se até no RL isso acontece, por que não aqui? Quanto ao FB, vc tem razão. Aquilo capta milhares de dados pessoais. E, pelo que me contaram, até identifica as pessoas nas fotos. Estão criando um monstro. Mas só o FB? Uma coisa que me grila é: como uma empresa como o WhatsApp (que não uso, porque sou a última pessoa da face da terra sem celular) consegue sobreviver sem cobrar pelos serviços? Tem caroço nesse angu, meu caro. E o que estão capturando de dados, já pensou? Todas as conversas ali? Todas essas hipóteses me fascinam na exata medida em que me assustam. Talvez estejamos nos encaminhando para um totalitarismo que nem é de Estado, mas de mega-corporações supra-nacionais. E vc note que não há obstáculo para esse movimento. Muito pelo contrário: as demandas que essas corporações recebem são justamente para estender ainda mais seus tentáculos, claro que sob a forma simpática de atender a demandas por tecnologia de ponta. Pois é justamente essa tecnologia de ponta que, daqui a milhares de anos, numa malha forte, da qual ninguém se livrará, nos ligará definitivamente à Matrix. Salve-se quem puder… Um forte abraço, meu caro amigo.

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                1. Perfeito, perfeito, caro amigo. Muito bom, veja que absurdo é, falar de graça, conversar de graça. Whatsapp aliás que tem por dono sugerido o mesmo do Facebook, que também tem por dono sugerido o mesmo do Instagram e por aí vai. Pow, dizem que o camarada queria comprar até o Twitter. rsrs. Não sei se já te falei sobre isso, mas certa vez li que o Obama estava num jantar, e havia alguém perto ouvindo ele conversar, e o Barack disse: a molecada não usa mais Facebook. Havia saído relatórios naqueles dias sobre um declínio do uso pelos jovens do Facebook. O que um presidente tem de interesse em se a “molecada” está usando determinada rede social ou não? E os vazamentos pelo Snowden. Ele disse que bastava um endereço qualquer, invadiam qualquer pessoa no planeta. Só com o endereço. As mensagens trocadas pelo Whatsapp “batem” no servidor e voltam pro outro usuário. Ou seja, nunca serão apagadas, ainda que você as apague. Tenho o mesmo medo que você. Quando passo a pensar nessas coisas. O Facebook, na Europa, envia cópia de dados aos usuários que apagam suas contas. Ou mandava. Não sei se ainda manda. Pois bem, um rapaz apagou todas as conversas antes de excluir a conta. Depois excluiu e solicitou cópia dos dados que havia postado. Veio o cd com os dados e, acredite, por engano talvez, veio todas as conversas que ele havia apagado. Por engano digo porque não era pra ter sido mandado, porque me ficou claro que não havia engano em não tê-las apagado. A lista é imensa. Um hacker disse que mesmo depois de deslogar do Facebook, todas as visitas que se faz ele sabe. Cada site que você visita. Isso é ou não é um Big Big Brother com uma Big Câmera? É o totalitarismo na forma plena. Mundial, como você reparou. E não é como a telefonia que ao menos se tem concorrência. Não há concorrente para o Google, Facebook, Youtube, Whatsapp. E veja só a questão dos Smartphones. A totalidade deles está na mão de duas empresas praticamente. Apple e Google com seus androids. Dizem aliás que, nos computadores antigos, era possível colocar dispositivos neles em que, mesmo desligados, gravavam áudios de todas as conversas ao seu redor. E as Smart Tvs, parece que até filmam. Obviamente que todo esse interesse não parece ser pelo cidadão comum. A não ser para o estudo talvez massivo. Mas é principalmente ferramenta de chantagem para quando esse cidadão comum se tornar um incomum, se é que me entende. Enfim, se formos realmente falar disso, nunca mais faremos nada. Grande abraço, amigo. Ótima tarde e até outra hora.

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                2. Brilhantes suas considerações! É bem por aí. O FB, o Whats E O ONIPRESENTE GOOGLE são gratuitos. Dizem que vivem de publicidade. Ah, me engana que eu gosto. Quanto ao FB, ele arquiva as preferências das pessoas, a ponto de formar as tais “bolhas ideológicas”: vc acaba se conectando somente com quem pensa parecido. Não só isso, já me disseram que ele tem informações que direcionam a publicidade pra vc. Eu sei lá como, não tenho essa coisa, só estou dizendo o que me disseram. Mas não é só isso. O Google também te “conhece” pelas pesquisas que vc faz. Isso é até mais fácil de imaginar. E impossível de duvidar. Ou seja, eles conseguem montar um perfil completo de vc. Detalhe: sem precisar recorrer a dados de bancos sigilosos do Estado e – aí vai o toque maquiavélico – com dados que vc cândida e gratuitamente forneceu a eles! A gente se comporta como dóceis carneirinhos que vão ao abate. Que coisa.
                  Ainda sobre o FB, me disseram que lá há censura. Política também? Não sei, mas coloque no google (!) zuckerberg + dilma. Eles tiveram um encontro no Panamá para firmar uma parceria. Vc acha que foi só isso? Tem caroço nesse angu.
                  Outra coisa, ainda sobre esse assunto, vc certamente já ouviu falar no projeto Echelon. Se, por acaso, não ouviu, ponha no google (!). Parece mais uma peça de todo esse quebra-cabeça que vc está descrevendo nos dois últimos comentários.
                  Quanto a não apagar os dados que o usuário apagou, não duvido. Mas creio que haja justificativas até legais para isso: eventual necessidade de cumprimento de ordens judiciais. Imagino que eles não possam responder ao juiz: desculpe, mas não tenho mais essa informação. Mas é claro que essa deve ser a justificativa oficial. A verdadeira, acho que sua suspeita está no caminho certo.
                  Um forte abraço, um ótimo final de semana e até a volta, se Deus quiser.

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                3. Nunca ouvi falar do projeto. Eu realmente não fui às conclusões, aos porquês. Sempre que fui, deparei-me com as conspirações, a rigor, acho elas parte do projeto. Isto é, uma forma de nos levar a achar ridículo o desfecho e com ele todo o resto da análise. Os teóricos da conspiração conspiram junto, à medida que levam dados sérios como esses que nós estamos discutindo às vias da loucura e a da alucinação. Nesse ponto, acabamos desanimando do exercício investigativo. E o que é pior, em meio ao absurdo, desconfio haver meias verdades. É troço pra confundir mesmo. Caro amigo, ótimo fim de Semana. E volte, sim. Se possível, tentemos ir pelo caminho da moderação sem o total abandono, ou o quase total abandono. Isto é, estou considerando somente a hipótese da dependência e não da tendinite. Nesse segundo caso, é óbvio que o abandono deve ser total para evitar o estresse. Até outra hora, Laércio.

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                4. Caríssimo, estou numa lan house, porque queria ver sua resposta e porque tive mais umas idéias sobre o assunto, que incluírem em resposta ao outro comentário. Quanto ao que vc acaba de falar, vc tem razão – como sempre. Certas TC acabam por retirar seriedade de certas hipóteses. Aliás, rarará!, vc acaba de me dar uma idéia, levando adiante essa sua: que tal criar uma TC segundo a qual os teóricos da TC, ao levarem ao exagero a, digamos, “história alternativa”, acabam por cumprir justamente um papel em favor da história oficial? Digamos, uma TC segundo a qual esses teóricos da TC atuam a serviço dos verdadeiros Iluminatti, para desacreditar todas as teorias sobre os Iluminatti? Ou a serviço da Nasa para desacreditar todas as teorias sobre Óvnis? E assim por diante. Porque, como vc bem percebeu, eles acabam folclorizando a coisa toda. E isso só interessa a um lado, justamente o que eles dizem combater. Mas enfim, vou responder ao seu outro comentário com as maluquices que me ocorreram hoje de manhã. Só de não digitar até agora, já aliviou a situação. O negócio é manter sob controle, não exagerar. Porque de resto, como vc sabe, não tem cura, infelizmente. Um forte abraço, meu caro amigo.

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        1. Vamos aos números, ver se confirmam minha hipótese? Veja só: meu post de hoje teve 24 visualizações, 7 curtidas e 14 comentários (sendo que 7 são meus, em resposta). Se somar as curtidas com os comentários, teremos 21, que é muito próximo a 24. Aparentemente, 3 pessoas visualizaram sem curtir, 7 com curtir, sendo que, destas 7, duas travaram diálogos comigo por comentários. Aí, cada comentário, inclusive meu, o WP contabilizou como visualização. Ou seja, na verdade, esse post foi visto por 10 pessoas, só que, graças a esse passe de mágica, o WP inflacionou o número para 24. Meu caro, infelizmente não posso confirmar esses números porque o WP, como vc sabe, não nos dá os dados completos. Mas os números estão aí e, na minha opinião, creio que é por aí mesmo que a coisa vai: nós mesmos, ao participar de debates em nossos posts, inflamos nossos números de visualizações. Aí que ficamos orgulhosos de achar que 24 pessoas viram o post, quando foram apenas 10. Isso é bom por um lado: aumenta a taxa de curtidas por leitores. Mas é ruim por outro: menos pessoas efetivamente visualizaram.
          Ora, qual é o problema nisso? Me parece muito claro: o WP está contabilizando como visualização situação que certamente não é, que é o diálogo via notificações. Como qualquer usuário do WP sabe, quando respondemos a um comentário via notificações (aba do sino), evidentemente não retornamos ao post. E esse é um ponto importante porque, à primeira vista, a gente pensa que “visualização” é do post: é quem, pelo menos, dá uma olhada no texto (se lê mesmo ou mais ou menos são outros 500). Mas responder via notificação é tudo, menos visualizar o post. No entanto, tenho praticamente certeza que é contabilizado como se fosse. Caramba, se for verdade, isso é uma grande enganação! Aí, o WP opera, com isso, naquele aspecto que vc falou no texto da “segunda parte”: a carência afetiva. Ora, como o WP é tudo menos idiota, sabe perfeitamente quem são os viciados, rs. E a melhor forma de prender viciado é estimulando, nele, o afeto de que ele é carente. O sujeito sai feliz por aí porque recebeu 24 visualizações, sem saber que nem metade disso foi o número de leitores e um terço disso foi ele mesmo que produziu. É como se o WP desse um espelho ao solitário e dissesse: taí a companhia que vc queria. Meu caro, se for verdade, isso beira o estelionato (claro que não no sentido técnico do termo, mas em sentido amplíssimo e coloquial). Meu caro amigo, sugiro começar a prestar atenção nesses números, para ver se é isso mesmo. Se for, é um verdadeiro absurdo. Um forte abraço.

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            1. Caríssimo, pois é, vamos às idéias de que falei.
              1) Começo com uma aposta: aposto um Chicabom que o número de visitas havia caído durante aquele perído que vc colocou aquela trava que obrigava a visitar o site. Mas sobre isso já tratamos noutra oportunidade: creio que muita gente não tem paciência de esperar a abertura da página e desiste. Aí, deve haver duas categorias: os que desistem e ponto final e os que desistem, mas mesmo assim, para não perder a viagem, clicam no curtir, sem ter lido mais que as 3 primeiras linhas do reader. Então, aposto um Chicabom que o número de visitas caiu mais que o de curtidas! Só se manteve mais ou menos o mesmo o número de visualizações (que são via reader).
              2) Agora, vamos a uma pergunta: como foram suas estatísticas durante aquele período em que vc só publicou sob agendamento, e ficou, de resto, fora do WP? Posso chutar? Aposto outro Chicabom (cadê o carrinho da Kibom?) que foram abaixo da média dos dias que vc respondeu comentários. Sugiro que vc volte às estatísticas daqueles dias, para conferir.
              3) Até aí, tudo bem. Agora vou tentar buscar o porquê do que suponho que aconteceu no nº 2. Creio que o motivo, em parte, já tentei descobrir, conforme lhe expliquei nos comentários anteriores. Mas tive mais duas idéias a respeito.
              3.1) O primeiro motivo para essa queda que suponho ter ocorrido nos seus números daquele período tem a ver com a questão da carência afetiva, que vc já denunciou noutro texto. Veja, quando vc coloca às claras que só está publicando e que não vai interagir (vc dizia que voltaria em 2017), quem só está no WP para suprir carências afetivas não terá motivos para visitá-lo, curtir, comentar, porque já sabe, de antemão, que vc não irá retribuir. Infelizmente, percebe-se aí uma visão, como diria… quase que mercantil, da expectativa de escambo. Não o vêem como escritor, não o lêem como escritos: vêem em vc uma fonte de visualizações/visitas, curtidas e comentários a seus próprios posts! E, para isso, jogam com a ética da reciprocidade. Como disse, eu percebia essa ética também lá no RL. É como um “código de ética não escrito”, que diz mais ou menos o seguinte: se receber uma curtida ou comentário, retribua; se não fizer, não receberá mais dessa pessoa.
              3.2) O segundo motivo decore de uma questão meramente numérica, que já antecipei em comentário anterior, mas que pretendo aprofundar um pouquinho. Como eu disse, tenho cá minhas razões para acreditar que o WP contabiliza como número de visualizações do post sempre que vc ou outro comentarista responde a um comentário. Na minha opinião, funciona assim: quando o leitor visualiza, conta 1 v; ele faz o primeiro comentário, não conta nova v. porque é a mesma. Aí vc lê o comentário e responde: nesse momento, tenho quase certeza de que conta 1 v. (e veja que foi sua). Aí ele lê e responde, conta mais 1 v. E assim por diante. Muito bem, a partir do momento que vc se limita a postar por agendamento, é evidente que esse diálogo não se estabelece. Então, ainda que algum leitor comente, esse comentário não contará como nova v. porque foi feito justamente durante a v. que ensejou a vontade de comentar. Como vc não responde, já não contam novas v. suas nem dele, porque não se trava o diálogo que inflaria os números.
              4) Bem, tive uma idéia sobre a questão dos seguidores e seguidos. Vc sabe que eu implementei aquela idéia que te disse noutro comentário. Sabe o que aconteceu? Nada, nem perceberam. Mas eles têm algumas características em comum: mais de mil seguidores, nunca curtiram nem comentaram seus posts. (Há uma exceção, a americana, mas ela curte aleatoriamente e sem ler, pois nem sabe português. Quando eu caí no canto dessa sereia, ela, em comentário, agradeceu e disse que em retribuição curtiria vários posts. E cumpriu a promessa. Há alguma coisa de errado no reino do WP.) Mas voltemos: creio ter descoberto um padrão de ação desses, digamos, multi-seguidos. Eles só vêem o seu blog no dia em que o seguem. Depois, meu amigo, nunca mais. E por que fazem isso? Porque – e aí está a grande jogada – contam com a reciprocidade! Aposto mais um Chicabom (eta ferro!) que, assim como vc contou na “parte 2” aquela experiência, de curtir indistintamente e sem ler todos os posts de uma tag qualquer, eles fazem algo semelhante, só que em vez de curtir, é o seguir. Meu caro, não tem outra explicação! Digamos que metade, por reciprocidade, retribua o “seguir”, meu caro, o cara já está no lucro! Principalmente se a “vítima” for alguém com poucos seguidores (e seguidos), porque efetivamente lerá os posts do multi-seguido, curtirá, comentará etc. E mesmo que não faça, pouco importa, é mais um para contar como seguidor. Acho que pode ser por aí a saída para tentarmos encontrar uma explicação para aquilo que vc muito bem observou, em resposta à Abá, aquela estranha diferença na razão entre curtidas e seguidores, de alguém que tem mais de mil seguidores para alguém que tem mais de cem (vc). Isso que vc havia percebido – a suposta inutilidade do nº de seguidores – me deixou, de fato, com a pulga atrás da orelha. Primeiro eu achei que havia um teto máximo de curtidas, mas aí vc trouxe justamente o exemplo da americana. Então não é. Acho que a razão está no que acabo de esboçar: os números de seguidores desses multi-seguidos provavelmente está inflado por táticas de captação de seguidores, como essa que eu falei. Vc muito bem disse: com tantos seguidores, é provável que tenham semelhante número de seguidores, só que é humanamente impossível lê-los todos (salvo para a americana, é claro) (será humana? rsrsrs). Só que, na minha opinião, nunca foi a intenção deles lê-los todos. Aí é que a porca torce o rabo: eles usam do “código da reciprocidade” para captar seguidores, mas esquecem (ou não têm tempo) de prosseguir usando-o para ter grande número de curtidas. Daí que, por reciprocidade às avessas, eles não têm um número de curtidas condizente com o de seguidores! E por que não dão atenção a isso? Meu chute: porque o número de curtidas é circunstanciado a cada post, enquanto o de seguidores é estampado como uma manchete bem grande, logo no início do reader. Quer dizer, é como uma placa de neon, mil vezes melhor para fazer propaganda do próprio blog.
              Ufa!
              Vou indo, meu caro amigo. Um forte abraço, um bom fim de semana, tudo de bom pra vc!

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              1. Olá, Laércio. Vou expressar-me ponto a ponto.
                Ponto 1: Eu voltei ao modelo anterior. O obrigar a abrir o site. Não consegui montar uma estatística pelo período que abri novamente a visualização pelo reader, mas creio que você está certo. Vai diminuir. No entanto, eu tenho feito posts sequenciais com assuntos que não geram unanimidade. Alguns pesados. E nem comecei falar sobre ateísmo, gayzismo e política. Creio que vou ter menos views ainda nas próximas semanas quando entrar nisso. E quando partir para eu mesmo falando e argumentando e não usando subterfúgio da ficção ou da ironia. Eu acho que já tem gente pensando que sou neoateu, anticristão e de esquerda. E também de que eu gosto de palavrão e baixaria, rsrs. Obviamente, quem não me conhece de outros carnavais não percebeu nem mesmo que eu estou usando vozes daquilo que detesto, justamente pra criticar com vigor. Sem acusações do tipo: Você não conhece o outro lado. Penso que quando eu ir nisso, as curtidas vão desaparecer e seguidores vão sumir.
                Ponto 2: Certamente, foi menor, mas novamente o tempo foi pouco demais para ter estatísticas confiáveis. Mesmo assim, creio que você está certo nas duas proposições. Isto é, o leitor que faz o WordPress parecer uma rede social aumenta o número de viewes, curtidas. Ele também cria no blogueiro a necessidade de postar mais, pois rapidamente sua postagem desaparece.  Por último, o agendamento é instrumento inútil, já que cria no leitor a frustração como se estivesse sendo enganado. Não poderá falar com o blogueiro. Acho que o melhor é não avisar que é agendado. Que é o que a maioria faz.
                Ponto 3.1:
                É perfeito esse seu ponto de vista. Sobretudo por estar amparado no meu próprio depoimento. Eu fiz isso diversas vezes. Não tenho vergonha de assumir por estarmos tratando de um assunto que merece direcionamento para a verdade. E olha, caro amigo. Nem sei se vou parar. E como já falamos sobre isso, aproveito para interrogar, você acha que os criadores desse site e de outros não sabem disso? Veja que o botão curtir foi pensado nisso, gerar tráfego. Que é aquele tráfego do qual você já decretou não ser real por não ser baseado na visita única. Mas contabilizado com respostas e troca de curtidas. É o tráfego do escambo. Irreal e fantasioso.
                3.2
                Como já disse no anterior, assino embaixo, é isso mesmo. Mas estamos nos esquecendo de um dado. Eles dão o número de visitantes. Esse não é inflado pela visita repetida. Compare o numero de visitantes com o numero de visualização, é quatro a cinco vezes menor.
                4.
                Meu amigo, simplesmente perfeito. Só que a americana a que me referia é outra. Ela é uma poeta e das boas. Creio que no seu caso há o mérito. Na verdade, melhor dizer acho. Que é menos que creio… Porque pretendo observar. Vou também passar a curtir o mínimo possível. Só mesmo amigos muito próximos e de vez em quando. Quero ver os meus posts sem um curtir por horas. Será que consigo? Vaidade às avessas? Poderia provocar, e colocar no inicio do post. Por favor, não curta. Kkkkk. Ou mesmo tirar o botão curtir. Veja que isso cria uma competição também. De egos. Novamente, falarei com a verdade. No meu íntimo, sinto-me bem se um post meu tem varias curtidas. Você, caro amigo, sabe que isso é assim muito melhor que eu. É experiente. Veja. Depois que começa a cair as curtidas, nos sentimos mal. É a verdade. Se alguém tem mais curtidas que nós, ficamos decepcionados. Isso cria um espirito destrutivo de competição. E vai produzir posts horríveis pra se chamar a atenção. Mas, no geral, tenho a ideia de que nunca deixaremos disso. Vaidade. Ela bem que poderia ser atenuada pelos administradores de todos os sites sociais. Porém, você já percebeu que eles ganham com a carência, portanto ganham com a vaidade. O que me leva à questão, não são eles próprios que criam a carência? Não são eles mesmos que promovem a briga de egos? E não é isso que nos leva a dependência? Passamos a achar que não conseguimos viver sem contato social eletrônico. Isso pode até ser verdade. O que não é verdade é que encontraremos ele só no WP e No Facebook, que é o que eles querem que sintamos. Veja o quanto é difícil sair de um site. Você foi o primeiro a sair do RL. E mostrar que se pode viver sem. Mas a maioria nunca sairá por medo de jamais ter fora dali o que tem agora. O problema é que sair de lá e entrar em outro é um puta erro. No início, eu pensava que era só administração dentro do login. Mas é uma grande rede. Tanto que fora dele nem categoria se acha. Mas depois conversamos mais, grande abraço amigo. Até.

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                1. Caríssimo amigo, de novo aqui numa lan house. Vamos lá:
                  1) sobre os temas que vc anunciou que vai tratar – aguardaremos ansiosamente, porque estamos diante dum momento histórico. O que foi aquilo que aconteceu ontem e anteontem? Não fossem minhas limitações, tentaria adiantar uns artigos que estou preparando – a passos de tartaruga – sobre política. Porque creio que já está se tornando não mais um direito, mas um verdadeiro dever cívico se pronunciar sobre o que estamos assistindo.
                  2) acabei de dar uma olhada nas estatísticas desta semana: números pela metade da semana anterior. Há duas possibilidades: devido à teoria de que nossa interação é que aumenta os números ou devido ao próprio anúncio de que se trata de agendamento (confirmando sua tese sobre a carência afetiva como mola propulsora do WP). Aliás, sobre isso, esqueci de dizer que fiz aquele quadrinho anunciando isso justamente porque li um texto seu, aqui no WP, há algum tempo, em que vc recomenda que se faça isso (anúncio público de saída temporária ou definitiva), para não deixar os leitores na expectativa, sem saber o que está acontecendo. Quanto ao anúncio, em cada post, de que se trata de agendamento, fiz seguindo o seu exemplo, naquele período em que vc ficou fora e dizia, no final de cada post, tratar-se de agendamento. Ou seja, segui a sua instrução e o seu exemplo. Viu como sou um bom discípulo? rs
                  4) vc tem toda razão. Por mais que a gente tente disfarçar, negar, desdenhar… é claro, é óbvio que a gente gosta de receber curtidas num post. Amacia o ego. Levanta o moral, o astral. Faz bem.
                  – “não são eles próprios que criam a carência?” Bingo! Bingo, mil vezes bingo!
                  – “o problema é que sair de lá e entrar em outro é um puta erro” – e agora que já o cometemos? como diria o camarada Lenin, “o que fazer”? Já cansei de pensar nas diferenças entre RL, WP e Webartigos e, sinceramente, não consigo concluir, porque os 3 têm vantagens e desvantagens entre si. Sabe o que me parece, no final das contas? Não sei se era o que vc queria dizer, mas parece com aquela explicação científica de por que a Lei de Murphy está certa quando diz que “a fila em que vc está é sempre a mais lenta, e não adianta mudar de fila que vc vai mudar para a mais lenta”. Talvez tenha a ver com o que, salvo engano, é um dos aspectos do mito do eterno retorno: sempre lamentamos não estar no lugar anterior; saímos duma cidade para outra e lamentamos a saída; quando voltamos, lamentamos a volta. Vale dizer, seja para que site nós vamos, estaremos insatisfeitos. Será que a insatisfação é que nos move, sempre?
                  Um forte abraço, meu caro amigo, e um bom fim de semana pra vc.

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              2. Amigo Laércio, infelizmente, acho que não vou poder “pegá-lo” ainda aqui. Estava quase de saída quando vi seu comentário. Enfim, devo dizer em nome dos colegas em comum e também em meu nome que faz falta aqui. No entanto, respeito sua postura, pessoalidade e objetivo. Sobre o ponto 1, concordo integralmente. Realmente, tornou-se dever cívico.
                Ponto 2: Veja que contradição. eu mudei de ideia sobre isso. Esse meu manual precisa ser atualizado, hehehe. Veja o que percebi. Alguém fica fora dias. Sem avisar. Volta e recebe quase uma chuva de purpurina, rsrs. Se sai avisando, a impressão que tenho é que, não todos, mas alguns que precisam sepultar a carência, nem mesmo leem os posts agendados. Ficam é com raiva.
                Sobre o último ponto, concordo completamente. Sempre há uma insatisfação. Eu achei outro, um tal de wattpad. Esse é só pra escrever mesmo. Específico para a escrita, inclusive profissional, mas, mas. Sabe como é, estou tão desconfiado, que criei a conta lá e não tive coragem nem de colocar texto repetido. Afinal, se com um já estou assim, com dois vou ficar louco.
                Caro Amigo, forte abraço, ótimo fim de semana. E que Deus lhe abençoe em tudo.
                Até.

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                1. Eh, meu caro amigo, vc acertou na previsão, já tinha saído. Aqui na lan house o negócio é meio corrido, rs. Vantagem: me obriga a ser mais objetivo. Desvantagem: não dá tempo de ver/fazer tudo.
                  Sobre o ponto 2, acho que vou continuar seguindo seu manual, rs. Porque, como vc tinha dito lá, é até por uma questão de respeito. Quanto ao leitor que fica com raiva porque foi informado às claras, eu me (e lhe) pergunto: por que ele merece ser adulado? Acho que é mais um motivo para jogar às claras.
                  Wattpad? Nunca ouvi falar. Mas já concordo contigo: levar adiante um aqui e outro lá seria uma loucura, tomaria todo o tempo livre que resta. Inviável. E sair daqui para lá? Caramba, ter que republicar tudo de novo…
                  Mas me diga, esse site é bom? Como vc compara com RL e WP?
                  Antes de encerrar, gostaria de comentar sobre este seu milagroso post “aaa”: 15 curtidas e 46 comentários (com este, 47). Quantas visualizações e visitas? Confesse: ele é um dos seus recordistas? rs.
                  Agora vem um detalhe, que pensei hoje pela manhã e que porá à prova a minha teoria sobre como o WP infla nossos números. É o seguinte. Este seu post já tem alguns dias. Como vc sabe, com o passar dos dias, os números do post caem. Pois bem. Ontem, eu curti e respondi ao seu comentário sem acessar o post, apenas respondi pelo “sino” (notificação). Então, eu sugiro que vc dê uma olhada nas suas estatísticas de ontem (dia 5), quantas visitas/visualizações esse post teve. Como vc também me respondeu ontem, pode ser que contem duas v/v, a sua e a minha. Mas (e não tinha considerado antes esta hipótese) não sei se a curtida também conta. Imagino que não, senão é o descalabro completo! Podemos repetir essa experiência com os números de hoje, mas nesse caso, aviso que acabei de visitar este post, para ver quantas curtidas e comentários ele têm. Então, tem pelo menos uma v/v a mais, além da relativa a este comentário.
                  Agora tem uma coisa: se, por acaso, esse post teve zero v/v ontem, aí minha teoria vai pro brejo.
                  Caríssimo, então por enquanto é isso. Vou dar uma navegada básica antes de zarpar. Amanhã, terei de acessar o WP no serviço, para postar e agendar mais material. Aí a gente se fala.
                  Um forte abraço, uma ótima semana pra vc e que Deus abençoe vc e sua família, que vc merece.

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                2. Olá, Laércio, sobre o milagroso post, hehehe, até o momento 64 visualizações. Sobre o dia 5 não consta nenhuma visualização (será que vai pro brejo mesmo? Ou é caso de se notar que essa discussão é pública? Seria isso ser adorador de TC? rsrs). No dia 6, ou seja, ontem, constam duas. Eu não visitei, então, provavelmente, ou você atualizou e constou duas, ou seu comentário disparou aviso para outra pessoa da discussão que quis ver o que estava “novocorrendo”. Sob outro ângulo, o que me trouxe a mente também foi a questão do que o leitor faz. Ele simplesmente mata o post em poucas horas. As pessoas não acessam blogs, elas simplesmente acessam o leitor, que é uma espécie de Facebook. Isso, da morte do post em poucas horas, poderia ser resolvido facilmente implementando a função de rankings entre os seguidores, ou mesmo, a categorização como há em sites como o Recanto. Obviamente, isso pode ser feito pela inclusão de tags, mas elas não são tão específicas a meu modo de ver como categoria. E muitos podem fazer textos sobre política, por exemplo, sem “taguear” com o termo política. O leitor é o que mais me desagrada. É o que mais nos aproxima de uma rede social. Além do botão curtir, claro. Sobre o Wattpad, é um site que visa mais a escrita com interesse comercial. Um site para “descobrir” talentos. Muitos saíram de lá contratados por editoras. Pelo que vi, escrevem nesse intuito. Eu não estava pensando em escrever com esse objetivo, por isso, acabei repensando também. Gostei, no entanto, da especificidade: só texto. Amigo, grande abraço. Ótima semana pra ti.

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                3. Meu caro amigo, bom dia. Bem, acho que seus números sobre o dia 5 derrubam a minha tese. Paciência, rs.
                  Sua idéia sobre o reader ser um FB não consigo avaliar porque nunca tive FB.
                  Concordo contigo quanto às categorias: no RL e no webartigos, eu achava ruim que elas eram tão fixas, por vezes limitadas/limitadoras. No RL ainda tinha um problema que creio que vc também percebeu, que era usuário que não sabia enquadrar na categoria correta. Uma vez, li na categoria “tautogramas” um texto que era qualquer outra coisa, menos tautograma. Não resisti e, em comentário, alertei a autora. Que corrigiu a falha – e apagou meu comentário, é claro, rs, nessas horas as pessoas têm amor próprio. (Noutras tantas elas o esquecem em casa.)
                  De qualquer modo, ainda que com esses poréns, as categorias fixas permitiam isso. Lembro-me de pegar a categoria “artigos – política” e ler alguns, a esmo. Aqui, vc tem razão, as tags deixam tudo muito vago.
                  Quanto ao wattpad, sugiro que vc re-repense, rsrs. Não necessariamente para entrar lá, mas para conjecturar sobre outros aspectos. Se é a porta de entrada para o mundo editorial, isso é bom, mas tem que cuidar das armadilhas. Uma coisa é o sujeito sair de lá para efetivamente publicar numa editora de bom porte, ganhar renome, dinheiro etc. Isso é bom e qualquer um gostaria – Salinger, Dalton Trevisan e Rubem Fonseca são exceções. O importante é tentar escapar de editoras mequetrefes que vão tentar tirar dinheiro de vc, seduzindo-o com propostas indecentes de vc mesmo bancar a publicação. Considero isso um absurdo, a que muitas vezes o autor se vê constrangido a aceitar, por não vislumbrar alternativas. Se, como vc bem disse, quando o serviço é gratuito o produto é vc, imagine quando vc é que paga por si? É o fim do mundo, vc banca a coisa toda e ganha, em troca, uma centena de livros para distribuir de graça a amigos (que não o lerão – quem recebe um livro assim raramente o lê; ou joga num canto de casa, ou tenta vender no sebo), outros tantos em “cestões” de liquidação em livrarias. O que fazem com o autor é sórdido.
                  Mas me diga, esse site também tem esse perfil de FB disfarçado?
                  Um forte abraço e uma ótima semana pra vc.

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              3. Pois é, caro Laércio. Pode ser que esteja mesmo morta. Mas o objetivo é esse, ir matando uma e fazendo nascer outras. Não deixa de ser um exercício sempre bem-vindo o do questionamento. A estrutura do Facebook é de fazer correr postagens antigas com novas dos “amigos” (seguidores?). Isso ocorre no meio da página. Do lado direito fica o chat, parecidíssimo com o sino de comentários do WP. Do lado esquerdo as categorias: fotos, vídeos, e tal. O Leitor do WordPress é absolutamente idêntico ao “leitor” (não sei se é o mesmo nome) do Facebook. O que ganha destaque é o “post” mais recente, sempre. Disso, creio eu, vem a sua sensação de ser obrigado a postar diariamente. É tudo meticulosamente planejado para produzir-se muito material pra não sermos “esquecidos”. Claro que há modos de obter leitores pela indexação dos buscadores, postagem de links em outros sites e afins, mas isso também é trabalhar para o WP antes mesmo de trabalhar pra si. A rigor, não sei muito bem como entender ainda tudo isso. Do que pude perceber até agora, trata-se de uma grande indústria da persuasão e do controle mental-emocional. Abraço, amigo.

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                1. Meu caro amigo, essa sua descrição só me deprimiu. Pombas, a gente tenta fugir desse monstro e mergulha, de cabeça, na caldeira dele. Que desgraça.
                  Mas e o wattpad? Foge ao figurino? Um forte abraço.

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                2. Pois é, Laércio. Precisamente um baita mergulho. Nós, pelo menos assim.penso, temos a boa intenção de compartilhar, eles, os industriais, usam dessa boa intenção pra nos obrigar, aprisionar e viciar. Monstro é a classificação perfeita a meu ver. O Wattpad usa da obrigatoriedade do cadastro pra ler as obras. Eu não consegui ler um único texto até que me cadastrei. Novamente, rede. E lá, certamente vai se ver mais lavagen e tentativa dela. Como não fiquei muito tempo, não pude perceber a fundo. Abraço, amigo.

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                3. Ou seja, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Que desgraça.
                  O maior problema da obrigatoriedade do cadastro, a meu ver, é a evidente restrição do número de leitores. Creio que assim como vc, eu publico na web para ser lido também pelo cara que põe o assunto no google. Com essa restrição cadastral, a maioria desiste. Pior é que restringe ainda mais ao que vc já chamou, noutra oportunidade, de “círculo de leitura”. Aqui, bem ou mal, ainda há a possibilidade de um “forasteiro” te ler. Mas com senha e o escambau, sem chance.
                  Um forte abraço, meu caro amigo.

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                4. Aliás, Laércio, permita uma última reflexão. Será que sua teoria não se aplica inversamente. Será que não mascaram é as visitas aos posts anteriores? Pense em como isso faz sentido pra aumento de produção e da rede…

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                5. Caramba! Pode ser! Tudo é possível para esses manipuladores… afinal, engolimos com farinha os números que eles apresentam…
                  Por outro lado, devemos reconhecer que, tanto aqui quanto no RL e no webartigos, a organização dos artigos do último para o primeiro meio que induz a isso. Nosso primeiros artigos ficam perdidos, relegados ao deus-dará. Veja quanto tempo demora para abrir a sua página, a minha, a de todos aqui. Ninguém tem paciência de esperar abri-la toda, para ver o primeiro post. Então, quanto mais postamos, mais ele se torna inacessível. Salvo pelo google, ou seja, por um tiro dado no escuro.

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              4. Verdade, caro amigo. Se formos reparar bem, eles não estão reinventando a roda. Isso ocorre há tempos com o jornal. Quem lê notícia de dias anteriores senão o historiador e o pesquisador? Todos querem desde sempre o que é novo. Disso se tem que devemos procurar mesmo, se quisermos ser lidos, encher essa joça de texto e de vídeo e de imagem e de tudo. rsrs. Lembrei-me até do que disse Paul McCartney esses dias, ao ser impedido de entrar em alguma festa ou coisa que o valha: Preciso de um novo hit. É um resumo dos nossos tempos e de nossa efemeridade. Somos importantes, elogiados em um dia, em um minuto, no minuto seguinte não existimos mais. À exceção da Bíblia, isso também ocorre com praticamente todos os livros. Lê-se Machado ainda porque as escolas obrigam e os vestibulares pediam, nem sei se pedem mais. Tudo acaba no próprio momento em que começa a existir. Forte abraço, amigo.

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                1. Bravíssimo, é isso mesmo. Putz, como eu não percebi isso, é exatamente a questão do jornal. Bem lembrada: a frase do Paul McCartney é uma sentença sobre a efemeridade que dita os padrões de hoje.
                  Aí eu te pergunto: e se a gente organizasse os textos não em forma de blog, mas de site? Vi que o WP oferece isso, mas – como sou de uma ignorância atroz – não entendi se é somente para quem tem pacote pago. De qq modo, imagino que deve ser bem trabalhoso, sei lá. É possível? Já cogitou? O que acha?
                  Um forte abraço, caro amigo.

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              5. Caro amigo, estou como você. Não tenho a menor ideia de como isso funcionaria. Se é pago ou não. Parece-me que só no pacote pago. Aliás, nele, pode-se ganhar dinheiro. O que é uma ironia, pague pra que devolvamos. Na verdade, nem sei se são eles que pagam ou o adsense do google. E se isso seria por visitas únicas. Acho que aí sim, quando a coisa vira $$, eles iriam ter que reaver as contagens, rsrs. Abraço, Laércio.

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                1. Mas aí a coisa é grave, pois como confiar nos números deles? Imagine, isso é simplesmente “inauditável” por pobres mortais como nós. Aí eles dizem: “é, infelizmente vc só teve um acesso hoje”. E o usuário engole com farinha. Haja farinha, meu caro, haja farinha!…rsrs…
                  PS: quero um dia logar no RL para procurar lá nossa troca de comentários a propósito de Estado liberal x Estado social, para eu incrementar uma republicação daquele artigo sobre ocultação de cadáver. Porque aquela nossa conversa é que deu um novo e verdadeiro sentido ao artigo, que antes estava muito xoxo. Não sei se realmente apagaram tudo, como prometeram, nem sei se encontrarei, mas mesmo assim pergunto se vc autoriza eu mencionar aquele diálogo como um PS ao artigo. Pretendo editar o diálogo, é claro, para ir direto ao ponto. Posso? Se vc quiser, posso enviar antes por e-mail. Claro, isso tudo se é que ainda está lá…
                  Um forte abraço, meu caro amigo.

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              6. Pois é, caro amigo. Mais ou menos isso que ocorreria. Há muito tempo, conheci um blogueiro que foi desqualificado pelo adsense, sob a acusação de que ele mesmo estava gerando tráfego para ele mesmo, rsrsrs. Ele negou veementemente, mas sei não. Contudo, acho que daí dá pra ver como se está vulnerável quem procura ganhar um $$$ com blogs e afins. Podem alegar qualquer coisa só pra não pagar. Sobre a discussão do artigo, seria uma honra. Pode usar à vontade, sem qualquer preocupação com visualização prévia minha, caro amigo. Fique tranquilo quanto a isso. Abraço, ótima tarde.

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                1. Mas que duplo absurdo! De um lado, um site que não sabemos se diz a verdade dos números. De outro, um sujeito que gera tráfego artificial. Na boa, ambos se merecem, rarararará!
                  Quanto aos comentários, acabei de ver lá. Acredite se quiser, acho que eles esqueceram de “excluir definitivamente”, pois continua tudo lá, nos apagados. Quer dizer, quase tudo. Justamente os seus comentários não estão mais lá (que absurdo). No entanto, encontrei as minhas respostas. Vou ver com calma, depois, em casa, se consigo, pelas respostas, recompor o que vc havia levantado. Ou seja, transcrição literal não será possível. No entanto, espero resgatar as idéias (claro que dando-lhe o devido crédito), que levaram o artigo a fronteiras que eu não havia vislumbrado. Um forte abraço e uma boa noite, meu caro amigo.

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                2. Caro amigo, desculpe a pergunta nada a ver, mas vc sabe que tenho dificuldades com o WP e notei, hoje, que vc conseguiu fazer no seu blog uma coisa que tentei mas não consegui no meu, várias vezes: limitar o nº de posts por página, senão ela fica muito pesada pra carregar. Pelo que vi num tutorial ou sei lá o nome daquilo, era para ser em “configurações”; entrei lá mas não consegui. Como vc fez? Um forte abraço e desculpe-me por fugir ao assunto.

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              7. Boa tarde, caro Laércio. Você tem que entrar nas configurações antigas, é que são duas. Algo que também não entendi. Parece que migraram parte somente. Tente copiar esse endereço e colar no navegador, do jeito que está. https://laerciobecker.wordpress.com/wp-admin/ Após isso, você vai em configurações do lado inferior esquerdo, subcategoria leitura, lá haverá a opção para a quantidade de posts por carregamento, ok? E dentro desse endereço você achará várias outras configurações que não existem na nossa página normal. Abraço, espero que dê certo. Ótimo fim de semana.

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                1. Puxa vida, muito obrigado! Se a configuração antiga era melhor, por que os caras mudaram? Francamente… muitas vezes, não sei se vc já reparou, certas páginas da web são alteradas para pior, dificultam a navegação etc. Mas é claro que por trás das mudanças esconde-se um gênio da informática, que há de dar milhões de bons motivos para isso. Só que o gênio esqueceu um simples detalhe: ver o que o usuário precisa. Um forte abraço e um ótimo fim de semana.

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                2. Eu já estava para fazer o logoff quando resolvi dar uma espiada nas estatísticas. Ontem, sem fazer login, 13 visualizações. Hoje, apenas com um quadrinho agendado (assim como ontem), mas “tirando o atraso” nas leituras, 85 visualizações. Sendo, destas, 53 ao “home”, ou seja, genéricas, inauditáveis…
                  Meu caro, tem algo de podre nisso aí. Não tenho como comprovar, mas tudo indica que fui “premiado” pelas minhas leituras. E o prêmio é receber números falsos em minhas estatísticas. Isso só pode ser uma palhaçada.
                  Mais uma vez, um ótimo fim de semana (especialmente o domingo, que seja histórico!) e um forte abraço.

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  3. kk…como você é detalhista! Pensar realmente dá trabalho, ainda mais para mim. Bem, sou mal na matemática e agora estou a imaginar como você fez para calcular isso….é Bhaskara? Agora você conseguiu me animar. Se tenho 15 seguidores é muito, e alguns são chic e internacionais, calcula aí. Tô aqui na indecisão se conto ou não que aquilo não era um conto e sim umas das histórias bestas que aconteceu comigo…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk……..até tentei dar uma ecrementada mas não colou não. 😦 beijo.

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