Crônicas

Será que fiquei louco, parte 2

Se eu não fosse eu, provavelmente iria concluir que eu quero me aparecer, no bom popular que é pra todos entenderem. E também porque não sou intelectual de nada e não tenho um vocabulário muito rico. Nasci e cresci próximo de favelas e tive sempre uma horrível educação. A culpa não é do Estado, poderia ter ido melhor. A culpa é minha mesmo e foda-se. Mas falando sobre as postagens recentes, é isso mesmo: quero me aparecer. Não somente nessas, em todas as postagens eu quero me aparecer. E tem mais, todas as postagens de todos os demais é pra também se aparecer. Temos imensa necessidade de expor nossos pensamentos para sermos elogiados ou não nos sentirmos sozinhos. Eu poderia dizer que escrevo e não estou nem aí. Em parte, isso é verdade, mas há outra parte dizendo que é mentira. Porque se eu realmente não estivesse nem aí, escrevia e grudava na parede da minha casa. Ou faria ainda melhor, deixava no caderno ou no arquivo do notebook. Em suma, quem escreve e não liga se alguém vai ler, seria alguém com sérios mentais e emocionais. Porque nós humanos nos importamos, sim, com essas coisas.

Nós todos postamos porque queremos aparecer de alguma forma. Uns estão usando as postagens por aconselhamento de psicólogos. Para desabafar. E isso é ruim? É errado? É crime? Eu acho que as pessoas devem sim desabafar. Dizer que foram traídas, roubadas, estupradas, apanharam na infância, passaram vergonha ao cair numa festa, sofreram preconceitos. Peidaram sem querer no elevador e depois foram espancadas. Transaram de ponta cabeça penduradas num coqueiro. Enfim, falem. O que quiserem. Se isso vai lhes ajudar a superar traumas, quem sou eu pra ser contra. É a liberdade de expressão e a liberdade de porcaria que, de certa forma, também é expressão.

Alguns se expõem, contam detalhes pessoais. Quantidade de filhos, local que trabalham, nomes completos, quantas vezes foram casados, no que são formados, mostram fotos das suas casas (quando são belas casas e apartamentos). Outros e outras mostram que são bonitos, sarados, gostosos e gostosas, que sabem se vestir bem. Querem também se aparecer. Querem que seus seguidores fiquem babando e batam uma punheta, toquem uma siririca ou admirem sua vida espetacular. E daí? Quem critica é porque é feio e tem uma vida medíocre e por isso não se aparece, como eu. Eu não ligo. Sei que serei sempre julgado porque não conto nada. Não falo nada da minha vida e nem posto foto alguma de cueca ou mostrando meus dotes atléticos. Jogo com a ficção e com a palhaçada pra me aparecer. Alguns pensam que é verdade o que é mentira, outros que é mentira o que é verdade. É porque gosto de me aparecer sem aparecer de fato. Uma vaidade besta, até infantil.

Há ainda aqueles que gostam de se aparecer como intelectuais gabaritados. Estão num trono, endeusados. Usam e abusam de termos que decoraram de dicionários. Palavras difíceis de entender mas que, quando compreendidas, querem dizer toba ou cu ou pinto. É só arrogância. Quer dizer, é porque estudaram muito (na verdade uns aninhos regrados à maconha e putaria), e não estudavam pra aprender, mas pra serem admirados por terem estudado, vai entender… Porque tudo se resume a isso: glória, poder e dinheiro. São sonhos, e não há nada de errado com eles. O erro consiste em já se sentir dono disso antes de ser. A afetação me irrita. Esse esbanjar intelectualidade também. E a exploração das pessoas para alcançar objetivos individuais mais ainda. Sou um antiescravagista feroz. Hoje há mais escravos que na época da escravidão. Esses míticos seres geralmente postam mais tutoriais ou fazem todos servi-los com seus convites e trabalhos com cara de favor ao país, à nação ao Universo, mas quem fará o favor é você. Fico impressionado em como são influentes, como conseguem escravos pra trabalhar pra eles tão facilmente e de graça. Pagamento, uma curtida. Sim, uma curtida de vez em quando. E os outros ficam impressionados porque esses mitos já fizeram um arquivo pdf ou epub e têm mais de cinqüenta curtidas por post. Como nos vendemos fácil, não?

Usam os escravos visando ganhar dinheiro depois e prestígio. E os subalternos sempre são tratados como mulas em suas páginas. Lá chegamos e temos que abaixar nossas cabeças e dizer: Sim, Senhor! Sim, Senhora! Aí você peida, e eles passam a te defenestrar, viu que palavra difícil? Se age como você mesmo, não gostam. Querem que você se molde ao padrão puxa-saco. Na verdade, querem que você seja eles trabalhando enquanto dormem. São colonialistas e escravocratas. Defenestrar, antes que alguém diga que arroto também, quer dizer afastar alguém. Um chute no traseiro no bom popular. Eu fui esculachado em alguns lugares. Defenestrado. Tido por um bosta. Eu queria ser elogiado em alguns locais desde o recanto, tipo: fodão, puts você é fera WLD. Perceberam isso e passaram a não me elogiar como elogiavam os outros. Fizeram diferenciação. Puseram-se a invejar-me. Em alguns casos, compraram os meus que não eram meus pra me provocar. Pareço adepto de teorias da conspiração. Contudo é, verdade. Eu não liguei. Mas não estou sendo completamente sincero. Fiquei magoadinho, fiz biquinho, quase chorei e pedi mamãe. Foda-se.

Um ou outro chegou a apelar para doença psicológica. Problema mental. Eu acho irritante a questão das indiretas. Ainda mais quando brinca com profissões sérias como a psicologia e a psiquiatria. Que quer tratar e curar as pessoas. E ficam meses, anos nesse trabalho, convivendo e sofrendo junto com os pacientes. Os psicólogos da web são irritantes e não querem te ajudar, querem te destruir. Você sabe que a pessoa está falando de você. Porém, fica sem poder reagir. Por quê? Porque se você reagir vão dizer: ele é alucinado, tem mania de perseguição, teórico da conspiração. Alguns já dizem isso agora. Aí fodeu, além de louco, esquizofrênico e sabe-se lá mais o quê. Veja como é uma estratégia sórdida e leviana. Deixam-te revoltado, sabem que te deixaram revoltado, e quando você fica revoltado, te deixam duas vezes mais revoltado por ter ficado revoltado. Por isso, respondo indireta com indireta. É assim que funciona. É o único jeito. A única jogada pra evitar o xeque-mate emocional.

Tem um que está doido pra brigar comigo. Na verdade, tem um monte. Mas acham que isso é se rebaixar. Eles pensam isso. Mas o que eles têm medo é de perder seguidores por causa de escândalos. E isso os deixaria bem tristes, porque muitos dependem desses seguidores e curtidas e leituras para se sentirem felizes. Esse camarada específico parece que está com medo. E está nervoso por estar com medo, porque geralmente não sente medo de nada nem de ninguém. Está ficando nervoso consigo mesmo. Vai acabar se matando. Nesse meio tempo, aproveita um ou outro texto pra me indiretar. Criança. Cuzão. Burro. Não vale a pena. Tobó.

Essas são algumas das traduções que capturei para o meu público que é o povão sem ser povão, isto é, um povão bem pouco. Aí eu fico pensando, pow cara, você diz que não está nem aí, que não liga, que sou burro, mas se dá o trabalho de fazer um puta texto chique no último, cheio de termos eloqüentes, cheio de palavras capturadas do Aurélio online,  só pra dizer isso? Você me ama e ainda não percebeu. Só que ninguém percebe, só eu. E isso me prejudica ainda mais com a tal tese de que sou louco. Fico atuando de modo indefensável. Falando comigo mesmo. Doido varrido mesmo.

Tem uma garota, modo de dizer, já está velha mas é bonitinha, que vive tendo alucinações com minha rola. Que nem é minha há muito tempo. É fato. Eu não sei o que fazer, porque ela usa uma faca. Um canivete e uma navalha. A filha da puta corta legal, sem dó. Dói pra porra. Tenho até medo de ler, ver. Que raiva. Eu tenho vontade de xinga-la mas ela nunca deixa uma porra de uma linha fora de contexto. Ataca e já está com o escudo tapando a cara pra dar outro golpe. É o capeta essa garota. O diabo. Queria deixar de seguir ela, mas não consigo. Porque penso poder aprender táticas de guerra. Acho que vou aprender algo com essa periquita dos ovos de ouro. Eu queria mostrar pra ela que não quero comer ela nem ninguém aqui ou em Marte. Porque ela é daquelas que pensam que todo mundo sonha comer ela. Uma curtida masculina, uma punheta. E os caros amigos nem percebem e vão lá se humilhar. “Minha periquita é desejada, ui ui. Mas eu não quero dar ela pra ninguém, pra ninguém. Enquanto isso brinco com todos. Meus textos podem ser pedidos da rola de todos, mas ao mesmo tempo não dou pra ninguém, ui ui.”

Os manos se descabelam na bronha. Puta merda. Tem horas que eu tenho ódio do gênero masculino. Ela tem transtorno de personalidade narcisista. Faz sexo consigo mesma. Acha-se um tipo de nova Eva ou nova Cleópatra. Mas eu ainda vou desvendar essa loucura chamada garota da periquita dos ovos de ouro. Contudo, será que não é o que pensam todas as mulheres. Que nós todos queremos transar com elas? Hein? O tempo todo? Hum, ele me curtiu, quer me comer, safadinho. Eu acho que é isso mesmo. Eu comparei as curtidas nas páginas femininas, e sempre são maiores que nas masculinas. Nós nos fodemos todos pra conseguir 20 curtidas. Quase temos que comer bosta.

Isso é um claro sinal de que os cuecas são mesmo terrivelmente apaixonados por periquitas. E que as periquitas são solidárias às outras periquitas. Nós curtimos e lemos até postagem das mulheres com temas totalmente femininos, tais como: maquiagem, como cuidar das unhas com esmalte rosa brilhante. Shampoo que deixa os cabelos sedosos ao vento. Que homem usa shampoo que deixa cabelos sedosos ao vento ou está interessado nesse assunto? Porque ele não vai lá e comenta, eu não quero saber do shampoo mas de quem digitou isso aí. É mulher? Então eu curto. Mulher. Significa ter o que ele quer. Mesmo que nunca tenha. A curtida é como se fosse um selinho. Pode falar qualquer coisa que nós vamos curtir. E está lá um monte de avatar masculino curtidor, o meu inclusive… Que loucura!

Esses dias eu estava criticando pessoas que curtem pra que outros curtam. Pessoas que seguem pra serem seguidas. Maior hipocrisia. Eu fiz isso o tempo todo desde que entrei aqui. Curti pra ser curtido. Segui pra ser seguido. Comentei pra ser comentado. E até elogiado pelo comentário inteligente. Aí eu fiquei todo-todo gostosão quando me elogiaram. Vejam que coisa ridícula é o ser humano. Vaidade de vaidade. É um absurdo. Teve um dia, juro que foi só um dia, que eu saí curtindo tudo, tudo. Tagueei um assunto qualquer. Poema, sei lá, nem lembro. E fui. Curtir, curtir, curtir, curtir, seguir, seguir, seguir. Meu dedo chega doeu. Filhos da mãe, quase nenhum me curtiu de volta e me seguiu de volta. Sacanagem. Mas nos dias normais, eu curto sempre lendo. Leio tudo, é quase um exercício impossível. Leio linha por linha pra que eu não fique com a consciência culpada de ter curtido algo que eu não li. Só que isso teve um preço. Em casa começaram a reclamar e no serviço também. Em que porra de mundo você está, Waldir? Você viaja. Parece um adolescente com esse celular, cacete.

Enquanto isso, vou vivendo. Escrevendo textos horríveis pra me aparecer. Fingindo que não estou numa rede social. É porque eu sou completamente anti-social. Confessei isso pra alguns amigos imaginários e estou me sentindo bem pra caramba. E essa frase foi só um pretexto pra confessar aqui também. Eu não gosto de ninguém. Não consigo gostar de ninguém. Todos os tipos me entediam. Logo, estou cansado deles e de mim mesmo. Mas tenho medo de falar isso aqui e alguém ficar querendo conversar sobre, porque eu também estou de saco cheio de conversar. Mas tenho medo de maltratar e eles não me curtirem e me seguirem mais. Aí eu disse tudo isso pra sei lá, pra eu mesmo contrariar meus próprios interesses ocultos. É uma forma de se matar sem de fato se matar. Gozar dentro com camisinha. É isso.

Mas eu acho que conheço gente demais, e que converso demais. E aí eu fico nervoso de ter que conversar sobre o que já falei, isso é um caralho de chato. Puta que pariu, coisa chata. Tipo: “Vamos falar do que você acabou de falar”. Depois vem alguém, copia um pedaço do texto e diz, hum interessante essa frase. Ah vai tomar no cú. To falando pra vocês que eu sou anti-social, anti-tudo, revoltado sem causa. Porra loka cuzão. Acho que meus acusadores estão certos. Eu sou burro, cuzão, troxa, panaca, palhaço. Sei lá. Mas eu não quero ajuda. Eu gosto de ser assim. As pessoas ficam procurando psicólogos e tal. Eu não. Eu gosto de ser todo esquisito. Não quero mudar. Quero ficar ainda mais estranho. Sonho com o dia em que vou tomar coragem e andar descalço por aí, coçando o saco e com o cabelo lá na lua.

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7 comentários em “Será que fiquei louco, parte 2

  1. Pode me mandar tomar no cú Waldir….ssr Aproveita que neste texto e hoje pode, que estou para ler e comentar, assim como também postei e não pouco importando porque me sinto bem, me sentindo mal. Veja que quase não curto, mas comento. Porque sou fã da sua escrita e não é para te envaidecer que falo, mas se te faz bem, sinta-se envaidecido. Disseste tudo. É exatamente como me sinto as vezes e nem tão bem consigo expressar. Eu gosto da minha solidão. Dá para contar nos dedos as curtidas que tenho e leituras e comentários, talvez porque eu não curta, ou comente ou leia….Que draga, tudo ter que ser uma troca! Mas que grande porcaria também não se haver troca! As vezes me sinto egoista em ler e não comentar, ou curtir sem ler….quem nunca?! O fato que que tudo é exatamente como você falou e eu não sei fazer tipo. Não para ganhar curtidas, apesar de já ter tentado. Eu bem gostaria de conseguir ser menos Abá quando escrevo, assim como comento e se eu sair desse meu mundo, provavelmente morro…me acostumei com a escassês e com a fome. Porque se eu for, eu irei. De maneira intensa e propensa a explosão. Que texto eih! Bju

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  2. Caro amigo, esse seu texto aborda duas coisas que talvez expliquem o sucesso das tags: o trabalho gratuito que se apresenta como oportunidade de auto-exposição e a carência afetiva dos usuários. Não acha? Porque as tags se espalham em progressão geométrica, tipo jogo de pirâmide – ou praga. Aliás, esse fenômeno mereceria um post próprio. Poderia ser botando a nu seus mecanismos de sedução: apresentar-se como promessa de premiação, oferecer-se como oportunidade de exposição de preferências pessoais, em resumo, estimular o ego do indicado ou “premiado”, e assim por diante. Poderia ser ironizando esses mecanismos, criando um falsa tag (como demonstração da tese), ou criando uma “Tag Inventeitor Tabajara”. Ou poderia lançar uma tag de ódio às tags. Que tal? Vc, que tem feito uma verdadeira “antropologia da blogosfera”, do qual este texto faz parte, seria o mais indicado. Ops, “indicado”? Será que acabei de criar uma tag? rarararará! Um forte abraço!

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    1. Olá, Laércio. Olha, realmente dá o que pensar. Se formos analisar a fundo, e publicar a fundo tudo o que nossas reflexões já nos disseram, creio que correremos sérios riscos de quebrar expectativas e causar irritações diversas. Por quê? Nós sabemos que a verdade nua e crua dói pra caramba. Veja que loucura. Eu estava respondendo a Abá sobre um comentário dela acerca de curtidas em meu post aaaaaaaaa, rsrs. E cheguei à seguinte conclusão: uma pessoa com dois mil seguidores que consegue 55 curtidas/post, tem uma média de 0,025 e alguma coisa de curtida/post por seguidor. Enquanto que eu, que tenho pouco mais de 100 seguidores, considerando o último post, tenho uma média 0,1. Eu até errei quando comentei a colega e disse que isso seria metade do que tem 0,025. Só que obviamente, eu estaria com uma média quatro vezes maior de curtidas, proporcionalmente, que a que tem dois mil seguidores. É ou não é pra ficar de queixo caído que a quantidade de seguidores não produz praticamente nada de relevante? Mas voltando sobre o comentário seu, eu estou criando outros posts sobre o tema. Estou com um pouco de receio, como te disse, pode-se irritar muito alguém. É quase uma martelada no dedo. E eu acho que já estou um pouco farto de criar polêmicas. Porém, divagando um pouco mais sobre o que você disse, eu concordo. Veja que o prêmio Dardos a mim sempre me pareceu uma forma inteligentíssima de autopromoção do criador dele. Seu nome foi divulgado em todos os lugares do planeta. Não é incrível? E o que ele fez, apenas inculcou que se tratava de um prêmio, nós sabemos que não é. Depois, todos se convenceram de que era uma forma de divulgação. Sabemos que é, mas muito mais para o que criou o prêmio. Pois a divulgação dos 15 vai variar sempre, a divulgação dele nunca, pois todos são obrigados a dizer quem foi o criador do prêmio e colocar o símbolo do prêmio que ele criou. E todos fizeram divulgação dele. Se eu não me engano, você foi o único a não fazer. Deu o prêmio sem citá-lo, mas posso estar errado. Enfim, é realmente algo pra se pensar por meses. Como chegamos a isso? Abraço, amigo

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      1. Ah, meu caro amigo, muita coisa merece reflexão nisso tudo… Vamos por partes.
        1) Sobre o post “aaa”, comentarei lá.
        2) Muito bem observado, as exigências desses “prêmios” provam quem eles realmente celebram! Mais uma comparação com o jogo de pirâmide, que só enriquece mesmo quem está no topo.
        3) Sim, vc tem razão. Essa foi a única tag que respondi. Só não digo que será a última porque, como diria o nosso querido Millôr Fernandes, “nunca diga dessa água não beberei, mas ferva antes”, rarará!
        4) Alguém audita essas supostas premiações? Quem vai contabilizar as indicações? Como farão isso? Olharão de post em post? Ah, tá, me engana que eu gosto. Parece-me um grande embuste isso tudo.
        5) A melhor coisa que poderia acontecer para exterminar essa praga é: descumprir suas regras. Aliás, isso mereceria uma tag, rarará!
        Um forte abraço.

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        1. kkkkk…desculpe meter a colher de pau no meio do angú, mas falando em descumprir regras….. ssr…..até não consegui responder uma tag sequer seguindo veemente as regras, até porque só respondi duas (indicadas pelo Waldir…kkk) e uma inclusive apaguei, por falar nisso esqueci de agradecer a indicação. Obrigada. Há algumas que pude perceber, são legais e as perguntas também… estou ansiosa aqui por indicações, ss, isso aqui anda muito monótono. Tanto que estou sendo forçada a entrar na conversa alhei para me distrair um pouco. Não pensei que diria isso mas estou louca pra voltar ao trabalho semana que vem.

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          1. Oi, Abá, já que vc está procurando sarna pra se coçar (rsrs), dê uma olhada lá no post “aaaaaaa”, do Waldir. Eu também entrei na conversa de vcs, rsrs.
            Quanto às tags, simplesmente não consigo responder às questões, rsrs.

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