Contos · Série

O Cafajeste e a Pervertida – Parte II (Final de tudo)

 

Cheguei ao casarão lá pelas nove. Não fiz como Tom Cruise, indo de táxi, coisa ridícula. Eu fiz como eu mesmo e fui de Camaro. Alugado, mas depois de comer a rosca do dono, acho que ia ganhar algum e poder comprar logo uns três. Na portaria, foi-me solicitada a senha. Queria só ver a cara deles ao se deparar com a senha do proprietário que, aliás, era ridícula.

– Gosto bastante de dar a bunda!

– Os seguranças da guarita se ajoelharam, beijaram meus pés e prontamente, queriam me comer.

– Eu falei, ei, só lá dentro. Não saio com a ralé.

Estacionei o veículo, alguém veio abrir a porta, novamente a senha e novamente a palhaçada. Já estava ficando nervoso.

Entrei no salão, mais uma vez a senha me foi solicitada. Perdi a paciência, disse e berrei:

– Mas hoje quem quiser comer minha bunda vou mandar matar!

Depois disso, ninguém me pediu mais senha durante toda a noite.

Eu não fui diretamente ao 2222. Primeiro queria me ambientar. A mansão era espetacular. Imensas obras de arte pela parede. Móveis que deveriam ter pertencido a reis e princesas. A escadaria que levava ao andar superior estava cheia de mascarados e mascaradas transando. Nos estofados a mesma cena. O bacanal já havia se iniciado. Um garçom mascarado passou por mim. E eu solicitei que fizesse todos irem ao salão de eventos e palestras. Eu iria falar. E todos deveriam ouvir. Queria um microfone bem potente. Após transmitir a ordem, ele saiu correndo e ordenou em alta voz minha petição. Todos olharam ainda gozosos e se encaminharam para lá. Como eu não sabia onde era, segui-os e subi onde já testavam o som.

– Seguinte, cambada. Sou o dono dessa bosta. Vocês agora estão nas minhas mãos. Todas as vidas e todas as mortes. Todas as rolas e todas as xotas. A primeira coisa que quero é que pra cada homem deve haver cinquenta mulheres. Nada de muita rola por aqui não. E se não tiver, vão buscar em puteiros e na rua. E é agora. A machaiada que resta vai toda se trancar num dos quartos e só vai sair de lá quando eu mandar.

Todos gritaram em uníssono: Sim, Dono de todos nós e mentor da puta que pariu. Gostei disso. Mas tinha mais algumas coisas passando pela minha cabeça.

– Seguinte, tirem todos as suas máscaras.

– O quê? O quê? Você aqui? WLD? Que coisa ridícula. Vou nem falar nada. Deixa pra lá.

– Seguinte seguinte, Quero que as mais bonitas mulheres sejam separadas, leve-as a um quarto amplo, tranque-as lá e dê a chave só pra mim.

– Seguinte seguinte seguinte, Sumam da minha frente todos, e se não tiver tudo o que pedi em 15 minutos, vou mandar matar todo mundo.

 Todos gritaram em uníssono de novo: Sim, Dono de todos nós e mentor da puta que pariu.

Em resumo. Fiz de tudo, e lá pelas tantas, fui ver o dono no quarto 2222. Estava vestido de noiva mesmo. Dei-lhe um trato mais ou menos. Já estava acabado. E falei pra ele me dar uma grana. Precisava resolver uns problemas e, se me desse, teria mais visitas. Deu um cheque de 500 mil reais. E falou que teria mais se fosse da próxima vez com mais “energia”. Cada uma. Fui pra casa quando amanhecia, capotei e só acordei lá pelas quatro da tarde.

No dia seguinte, tratei de seguir os rastros da minha mais nova conquista. Já estava sentindo falta daquela louca, com uma vontade imensa de possuí-la de novo. Todas as do casarão nem mesmo conseguiram igualar um gemido dela. Ao contrário do que sentia por Pâmela, com a Pervertida não era uma paixão alucinante e obsessão pela presença, mas apenas saudade. Vontade de conversar e fazer… sexo. Meu medo era que ela desaparecesse. Isso eu iria descobrir logo. Sem pistas, certamente ela havia desaparecido. Mas logo fui acalmado. Pista na recepção que levava a outra recepção, que levava a um outro hotel, que levava a um aeroporto e que, por fim, levava de volta ao hotel onde eu estava. Com mais um bilhete posto por alguém do hotel no mesmo travesseiro: “Quando eu quiser”. Ela ia querer e ia voltar. Bastava aguardar. Aguardei.

Em cerca de três semanas, ela volta. Passa por mim no saguão lá pelas oito da noite e finge que não me viu ali na recepção. Foi ao bar. Um convite? Certamente! Aguardo alguns minutos, despreocupado. Forço mesmo uns minutos a mais do que eu gostaria. Porque isso resulta a ela esperar minutos a mais do que ela gostaria. Um pouco de irritação não faz mal a ninguém.

Afinal, vou. Chego chegando, como sempre. Ela está deslumbrante. Vou até ela, sento-me ao seu lado. Ela me olha com cara de deboche, e diz:

Eu quis?

Provavelmente.

Não, eu ainda não quis. Você acha que foi um convite, mas cumprimentar você seria. O que eu não fiz.

Eu não disse nada. Só me sentei. Até o momento tudo o que quero é tomar algo. Por  acaso você está aqui. Façamos o seguinte. Irei para lá tomar minha bebida e você fica aqui. Vejamos quem vai querer dormir no quarto de quem. E descobriremos se esse seu “Quando eu quiser” é verídico.

Isso é um desafio? De antemão aviso que venço todos; mesmo os subentendidos. E gosto de ver um exímio vencedor acabar sendo um grande perdedor. Minha porta ficará aberta. E eu vou estar nua. Esperando você. E quando você quiser no fim, será sempre eu a ter quisto.

Essa estratégia é desleal. O que me impede é ter que bater na porta e me humilhar. Com a porta aberta e todo o resto pronto pra ser aberto, só me resta entrar e abri-la. Mas sei como me defender disso. Vejo agora nesse momento duas maravilhosas prostitutas ali falando com o bartender. Vou passar a noite com elas.

Aquelas? Sério que prefere aquilo a ir me visitar nua na cama, só porque não quer dar o braço a torcer? Bem vejo que está mesmo caidinho.

Eu? Pode ser. Mas não deixa de ser curioso alguém pretender deixar a porta do quarto aberta enquanto está completamente nua achar que sou o único. Eu não ligo pra primazia. Vou só pagar aquelas duas para estarem com você no quarto nuas. Assim poderei dizer: foi quando três quiseram.

É pra rir. Sabe, você é até engraçadinho. Mas suas piadas são bregas demais. Isso acaba denunciando suas origens lá de Diadema. Deveria ser um cafajeste mais intelectual.

Ficou brava por ser tratada como uma prostituta? Não deveria. É uma profissão honrada. Imagine o tanto de mulheres que seriam estupradas se não existissem prostitutas? Afinal, você deve saber, há homens que sem pagar não comeriam nem uma boneca inflável com consentimento.

Pois pode pagar as prostitutas e deixá-las nuas na minha cama. Quero ver você em ação com outras. Mas quero ver mesmo se consegue ir em outra comigo na cama.

Ok. Combinado. Se eu for em você primeiro, pode repetir mil vezes que foi quando você quis.

Saí da mesa e me dirigi até as queridas e batalhadoras prostitutas que muito deram e dão à humanidade, especialmente à humanidade masculina. Paguei-as e dei todo o projeto do peladaças em mãos. Obviamente, eu não estava nem aí para o tal dito “Quando eu quiser”, e nem mesmo ela. Queríamos mesmo era jogar. Ela não suportava ter algo tradicional, isso já havia percebido. Saí um pouco do hotel e fui caminhar algum tempo. Telefonei para o meu colega, detetive particular, falei para ficar a postos na entrada do hotel. Queria informações sobre ela, dessa vez eu iria saber de tudo. Após desligar, esqueci disso por um instante e passei a refletir. Queria voltar somente quando pudesse ver a cena. A noite estava linda. E eu já ficando ansioso. Sentei em uma praça e fiquei a observar os carros que passavam. Quantas pessoas hoje iriam transar e gozar, puts. Se reunisse todo o esperma de uma cidade como aquela de apenas uma noite, daria pra encher uma piscina de porra. Ri um pouco e voltei.

Mas alguém mais queria rir. Quando entro no quarto dou de cara com dois gogoboys deitados na minha cama com a bunda de fora. Além de pervertida era sarcástica. Deixei ela brincar. Tirei a roupa, fui tomar banho. Fingi que não havia ninguém ali. Sabia o que ela ia querer fazer.

Voltei e me sentei numa poltrona nu. Em alguns minutos ela apareceria. E apareceu.

Veio só de calcinha, minúscula, com um chicote na mão. Foi direto a um deles. Lambeu-o e ele ficou paralisado. Tirou a calcinha. Passou uma e depois a outra perna, sem se sentar. Saiu quando este já queria agarrá-la. Fez o mesmo com o outro, abaixando-se quase ao toque. Exceto tirar a calcinha, claro. Eu sei narrar isso, caramba.

Veio então em mim, e os dois lá pensando que ia fazer o mesmo comigo. Se ferraram, porque assim que ela subiu em mim eu segurei com força e fiz o que tinha que fazer. Ela deu uns arranhões, tentando se desvencilhar, mas comigo não. Pode arranhar; zombar da minha cara não, não sou gogoboy. Depois disso só restou aos dois ficarem na bronha. Por pouco tempo, porque ela mandou eles embora. E aí foi uma loucura. Quebramos abajur, fizemos no chão, na mesa, na cama, no chão de novo e fomos parar na banheira. Depois de muita safadeza, ela diz:

Uma pena você não valer absolutamente nada. Acho que até poderia gostar de você.

Se já gosta? Minha querida, nos últimos meses, quantas vezes você se doou desse jeito, posso estar equivocado, mas acho que faz anos.  Mas eu é que lamento. Poderia gostar de você se não fosse tão controladora.

Eu, controladora? Você é o mais completo controlador. Tudo o que você faz é planejado meticulosamente. Raramente me entrego assim a alguém, sim, como você diz. No entanto, jamais fiquei largada numa cama, chorando e correndo atrás de alguém.

Como você sabe disso?

Como sabe sobre minha entrega aos meus parceiros.?

Eu me vinguei.

Isso é ridículo e infantil. A melhor vingança é a que nunca precisa existir. Sua derrota foi vergonhosa e, por mais que tenha se vingado, foi uma grande falha nessa sua carreira.

Digamos que você está certa. Digamos que eu realmente tive um fracasso. Mas tenho quase certeza que o que a deixou assim tão escorregadia foi também um enorme fracasso, estou errado?

É claro que está errado. O que me trouxe aqui foi a enormidade do sucesso.

Todo o sucesso enorme guarda um grande fracasso.

Talvez. Mas se houve, parece que escondi melhor que você.

Tudo o que se esconde, um dia pode ser descoberto. Além disso, estou começando a ficar interessado. E quando fico, descubro.

Pois não fique. Não perca seu tempo. Não há nada para ser descoberto.

Fique tranquila. Nunca perco meu tempo.

Tenho uma dúvida. Eu não consegui ainda chegar a um número relativo à quantidade de filhos que você tem. Já ouviu falar em camisinha?

Já, elas é que não ouviram falar em anticoncepcional.

O que gosto em você é essa despreocupação com tudo. Queria ser assim tão cafajeste. Mas não consigo.

Isso é pra poucos. No entanto, há algo em você que também é pra poucas. Como consegue ser tão misteriosa?

Como disse, é pra poucas. No meu caso, pouquíssimas. Ouso dizer que nenhuma.

Espere, onde você vai?

Acha mesmo que vou dizer?

Enquanto saiu da banheira e foi se trocar, eu fiquei. Ela, obviamente, nem se despediu. Apenas gritou antes de bater a porta: quando eu quiser, e foi. Eu permaneci um tempo aproveitando a água e ansioso para o que o detetive iria descobrir dela nos próximos dias. Refletia sobre meus sentimentos e o que de fato sentia por aquela mulher. Uma confusão de sensações, desde a excitação e a curiosidade que ela me provocava ao prazer de só conversar, de olhar em seus olhos e conseguir enxergar a fera mas também a bela. Sentia que era uma mulher maravilhosa, cheia de traumas e problemas, claro, mas com um coração puro e belo. Estranhei-me ao pensar nessas coisas, pureza, beleza. Depois de Pâmela, fiquei prejudicado mentalmente, só pode, pensei.

Passaram-se alguns dias. Recebo o material do detetive particular. Vasto por sinal. Muitas fotos dela no aeroporto, no trânsito, nomes de cidades, lugares, restaurantes, horários. Até que me deparo com uma garota loira, igualzinha ela, mas loira. Abraços, beijos. Choro. Entendi todo o mistério em poucos segundos. Senti-me embaraçado, um pouco sem chão, porque deu-me vontade pela primeira vez de ter uma família no sentido absoluto. O que estava acontecendo comigo? Sempre pragmático e calculista, iria me tornar agora um coração mole? Apaixonado por uma, amando outra e querendo mesmo construir uma família? Não, isso não podia acontecer. Eu ia dar uma reviravolta em mim mesmo. Tentar chantageá-la e machucá-la com essa informação da filha. Iria fazer algo para destruí-la. Não podia mais ficar desse modo ou iria ser eu o destruído. Mas não sabia como iria fazer isso. Mais tarde, quando a vi entrando, quase desisti, tentei disfarçar a voz embargada, e busquei o choque:

Sua filha é linda. Seu xerox, exceto pelos cabelos, é claro. Que nome deu a ela? Que pergunta boba, não sei nem mesmo o seu!

O golpe pareceu ser duro porque ela ficou petrificada e silenciosa por instantes, até que respondeu:

Eu era o bebê mais lindo do berçário. Meus pais gabavam-se as minhas custas; porém não tiverem sequer tempo para cuidar de mim. Só viajavam. Os negócios sempre em primeiro lugar. Fui criada pelos empregados da casa. Aos 15 anos, no dia da minha esplendorosa festa de aniversário vejo uma chamada pela televisão que estava ligada na sala, onde terminavam de me arrumar: ‘Acabamos de receber a triste noticia da queda do avião – Voo RJ0055 com destino ao Rio de Janeiro; infelizmente pela gravidade do acidente, não houve sobreviventes.’. Era o voo em que estavam meus pais. Eu nem sequer chorei por eles. Por ser menor de idade, tive que morar com meus tios que não me suportavam. Tinham inveja de mim, da minha fortuna. Minha vida virou um inferno. Aguentei aquela tortura durante um ano. Fugi com um homem aos 16. Com um passaporte falso, ele me levou para o exterior. Foi aí o início da minha perversão. Era ingênua ao extremo. Ele me engravidou. Achei que me amasse, quando soube, deu no pé. Fiquei sabendo que morreu em um acidente de carro dias depois. Estava completamente sozinha, num país distante e com um bebê no ventre. Tive minha filha, dei-lhe o nome de Sophia. Tão linda, tão pura, não tinha culpa de nada. Decide voltar para o Brasil e deixá-la em um convento, com a condição de sempre vê-la. Meu nome é Paola.

Após soltar toda essa bomba em cima de mim, que eu não consegui assimilar direito pela quantidade de perguntas que me remoíam por dentro, decidi no ato acolhê-la. Decidi viver com ela. Mas depois do que disse, pegou um pen-drive, espetou-o em um notebook à mesa e o vídeo que eu conhecia muito bem foi iniciado. Como ela conseguiu tirar a tarja que eu havia colocado em meu rosto é o que eu gostaria de saber, certamente tinha algum amigo perito para tanto. Depois disso, foi minha vez de ficar sem reação. Perdi a paciência e o chão, começamos a brigar ferozmente. Eu estava pronto para aceitá-la, viver com ela, e ela me dá uma descarga dessas de graça.

Como você pôde fazer isso comigo?

Eu te pergunto o mesmo, como você pôde contratar um detetive para me investigar? O que eu te devo? Nunca te prometi nada. Nunca exigi nada de você. Você agiu como o pior dos cafajestes.

Não sou o único aqui a agir como cafajeste e inescrupuloso. Você estava pronta pra me chantagear a qualquer momento. Já até esperava. Tanto que em um segundo jogou todo esse lixo na minha cara.

Eu ia destruir esse pen-drive. Estava pronta para te contar meu passado, mas você estragou tudo!

Eu também estava pronto para deixar tudo por você e sua filha. E você também estragou tudo.

Ela começou a chorar. Com muita dificuldade. Nunca vi alguém ter tanta relutância em chorar. E eu a abracei e chorei junto. Senti uma forte carga de emoção, que nunca antes havia sentido. Fizemos amor. Nada de quebradeira, sadomasoquismo ou qualquer coisa do tipo. Do mais puro que nunca fiz em toda minha vida. Chorávamos ainda enquanto fazíamos. E eu, definitivamente, amava de verdade uma mulher. Uma mulher que era a mais bela por dentro e por fora. Mas eu sabia que tudo isso não ia acabar bem. Eu não merecia amar. Ela também não. Pressentia que o presente era grande demais para nós dois. Contudo, mantive isso comigo.

No dia seguinte, digo a ela que quero conhecer sua filha. Ela mostra um sorriso enorme no rosto por um longo período, depois me abraça forte. Eu tento uma roupa casual, para não impactar a garota. Ela também. Saímos do quarto, nem ela ou eu consegue dizer mais palavra alguma, tal é a alegria de ambos. Mas o elevador nesse dia está em reparo. Nem nos damos por isso, abraçados vamos descendo a longa escadaria. Próximos do térreo, ela tropeça em algo torce o pé e desaba. Tento com todas as forças segurá-la, e ela tenta segurar em mim. Mas é inútil, eu também me desequilibro e caio pra trás. Enquanto ela desaba abaixo. Olhando pra mim como se estivesse se despedindo. Torno a me levantar e vou com toda a pressa onde a possa de sangue já começa a se formar próxima de sua cabeça. O desespero toma conta de mim. Choro, grito e, em instantes, dezenas de pessoas estão em volta. Chamam socorro, mas é inútil. Ela já está morta.

No momento em que escrevo estas linhas, estou preso. Todas as provas contra mim. Acharam o pen-drive juntamente com um texto que ela havia feito me ameaçando e induzem tudo errado achando que eu a matei para me livrar da chantagem. Isso pouco importa. Minha vida acabou. Não quero saber de mais nada. E, se alguém me matar aqui, fará um favor.

Fim.

O fim é só um novo começo.

Em Coautoria  com a querida amiga e Talentosa Escritora Mayara K. Do Blog Devaneadora de Ideias.

O Cafajeste

O Cafajeste – Parte 2

O Cafajeste – Parte 3

O Cafajeste – Parte 4

O Cafajeste e a Pervertida – Parte I

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10 comentários em “O Cafajeste e a Pervertida – Parte II (Final de tudo)

  1. Emoção tomando conta por aqui! Meus mais sinceros Parabéns, é só o que posso dizer diante de sua magnífica versão.
    Muito obrigada por tuuudo! Grande aprendizado que levarei pro resto da vida, meu querido e maravilhoso escritor/amigo, Waldir 😉
    Abração do tamanho de Pira *-*

    Curtido por 1 pessoa

    1. Muito obrigado eu, aprendi demais e foi tudo muito bem feito. Há que se dizer, essa série ficou muito acima do que esperava antes de juntarmos os personagens. Depois da parceria, o salto de qualidade é evidente. Fico muito grato pelo resultado, como já disse, 90 por cento mérito seu. Foi um enorme prazer. Grande abraço, querida amiga. 😀

      Curtido por 1 pessoa

  2. Oi Waldir. Acompanhei toda asaga “Cafajeste”, confesso que no primeiro texto, o personagem me pareceu uma caricatura, mas depois você criando as estórias e dando muita vida ao personagem, com uma escrita irretocável, como sempre. Li também a Pervertida em comunhão com o cafajeste e achei por demais interessante não só a junção dos personagenms mas a união dos autores.A leitura ficou tão una que para quem está lendo, não parece que houve dois autores diferentes, apenas um, o que de fato é espetacular. É exatamente isso que se espera de um duo. Os dois textos da parceria ficaram excelente. O leitor fica preso até o final da história e desperta também muita curiosidade. Neste segundo texto vocês usaram mais de humor que deu certa leveza ao texto e ao mesmo tempo foram a fundo, utilizando-se de toda humanidade deles para mostrar-nos o coração dos dois.Isso foi o mais incrível. Diferente do seu primeiro “Cafajeste”, aqui você construiu não um personagem mas uma pessoa com emoções, qualidades e defeitos e o resultado não poderia ter sido melhor. O vídeo também veio muito a calhar.O conjunto da obra ficou perfeito, apesar de eu ter achado o final deprimente. Acho que ela não deveria ter morrido. Mas vocês são criativos. Continuem. Não haverá como ressuscitá-la?. Enfim. Parabens aos dois.

    Curtido por 2 pessoas

    1. Muito obrigado, Abá. Pelas leituras e pelo comentário incentivador e generoso. Eu não pensei numa série inicialmente. E jamais pensei que iria haver essa união perfeita entre Ele e a Personagem da Grande Mayara. Tudo foi acontecendo e gostei muito dessa parte final. Precisava de alguém que fizesse uma mulher sem ser um protótipo de presa ao Cafajeste. Além disso, a personagem deu um tom muito mais elegante à trama, porque o Cafajeste que pintei é meio Falcão com Dom Juan. No entanto, ele nasceu completo. Todo esse desenvolvimento é do mesmo de início. Obviamente, o do início está livre de paixão e amor, tornando-se um predador feroz. De todas as partes sem a coautoria, gosto mais da primeira. Foi a que me deu mais trabalho e onde o grau de ódio que o cafajeste desperta é mais próximo da realidade. Claro que depois da junção não há pelo menos pra mim dúvidas quanto aos que gosto mais. Mas eu te agradeço e fico muito feliz por ter acompanhado todos. Grande motivo de orgulho. Fico também feliz por melhorar a sua percepção na continuidade. É muito gratificante saber que muitos tão talentosos amigos escritores como você e outros tenham gostado, acompanhado. E ainda mais sendo textos longos. Esse último deu quase dez páginas no word. Acho que ao todo devo ter escrito umas quarenta. Sobre o fim, tenho pouco a ver. Rsrs. Dona Mayara meteu a pena sem dó. Eu também fui pego meio de surpresa com o relato, aliás, magistral da queda. Cena única narrada no parte final da Mayara. Agradeço-lhe por isso. Tenha um ótimo fim de semana. Beijo. 🙂

      Curtido por 1 pessoa

  3. Agradeço a indicação da Jú Abdon, pois sem ela não teria conhecido tão fantástico conto!
    Estou a destrinchar o seu blog, com fome de leitura por cada texto, um melhor que o outro!
    Ficarei por aqui, aguardando a próxima leitura ansiosa, e quem sabe mais parcerias de vocês, pois foram sensacionais nesse!

    Curtido por 1 pessoa

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