Crônicas

Ana Lúcia

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Primo Levi: “O Dizível é preferível ao indizível, a palavra humana, ao grunhido animalesco.”
Waldir L. : “Prefiro narrar o obscuro na realidade a narrar o real na obscuridade.”
WLD: “Quem precisa de porte de arma de fogo quando tem um coração de monstro?”

O que vai abaixo contém cenas fortes, não indicado para menores e mentes sensíveis.

Por que, Meu Deus? Você nunca vai parar de brigar comigo; sempre me fazendo chorar rios de lágrimas? Já te disse mil vezes que não te traí nunca. Eu te amo, João Pedro! Pare com esse ciúmes bobo.

João Pedro desligou. Sempre desligava quando não mais podia argumentar. Espiara Ana Lúcia durante o almoço. Vira algo e presumiu tudo. Tudo errado. Após o telefonema noturno, percebeu. Mas não podia voltar atrás, o que disse já havia saído de sua mente para se incrustar na da sua amada. Palavras duras e imerecidas. Ditas, se assemelhavam a fortes cusparadas na cara acompanhadas de tapas. Um almoço com um amigo homossexual num restaurante se tornou a ele uma traição das piores.

Ana Lúcia arrumara um emprego de operadora de caixa em um supermercado para ajudar seus pais. Mais o pai, que estava desempregado há seis meses. Era uma garota exemplar. Seu único pecado era amar demais, o que a fazia acreditar na humanidade. Isso sempre resultara em sofrimento e decepção. A ingratidão para com suas ações era freqüente. Mas não desistia, queria acreditar no gênero humano e inspirá-lo a fazer o bem. Católica devota, vivia a rezar pelos pecados dos homens. Pensava que ninguém era mau por vontade e essência, mas por falta de oportunidade. Ficara por aqueles dias completamente revoltada com um político, Jair Bolsonaro, quando este manifestou em entrevista:

“A única coisa boa do Maranhão é o presídio de Pedrinhas. É só você não estuprar, não sequestrar, não praticar latrocínio que tu não vai para lá. Vai dar vida boa para aqueles canalhas?”

Como poderia haver um homem que tinha coragem de dizer em rede nacional que um presídio era lugar ideal para alguém viver? Mas perdoou-o, ela não guardava rancor no coração. E sabia que mais cedo ou mais tarde ele iria mudar de ideia. Naquela noite, teve um pesadelo horrível que não quis contar pra ninguém. Sonhava que sangue escorria de si por todos os lados. Pareceu tão real que foi ao banheiro ver se realmente não estava machucada. Passou o resto da madrugada em claro. Alegrou-se quando viu João Pedro a bater palmas em seu portão.

O amor de João Pedro falou mais alto que seus ciúmes. E ele foi até à casa de Ana Lúcia, arrependido, para acompanhá-la ao serviço. Estava decidido a mudar. Pediu perdão muitas vezes. Ela, coração mole e também apaixonada ao extremo, o perdoou de toda a alma. Com as mesmas ameaças de sempre: Que isso nunca mais se repita! Desacreditada e certa de que ia se repetir.

Depois que ela se aprontou, foram caminhando até à parada do coletivo. Esta distava cerca de meio quilômetro de sua casa. Morava numa chácara a oito quilômetros da cidade. Mas seu emprego era em outra, teria que pegar nova condução para chegar ao trabalho. Abraçados iam; um lindo casal jovem, cheio de sonhos e amor. Ela, uma morena clara de cabelos castanhos e olhos verdes. Linda. Ele um jovem negro de intensos olhos pretos e sorriso que fascinava a todos. Para chegar até ali, não enfrentaram somente os ciúmes de João Pedro, mas o desapontamento da família dele. Por incrível que possa parecer, quem discordava de um namoro inter-racial não eram os pais de Ana Lúcia, brancos, mas os de João Pedro, negros. De tanto verem falar de preconceito contra sua cor na TV, criaram em si mesmos um preconceito contra outros de cores variadas, inconsciente.

Passavam pela rua que à noite era sinistra, aos risos. Essa mesma rua de dia era maravilhosa. Cheia do canto dos pássaros e de natureza. As árvores se tocavam no alto com seus braços volumosos de folhas, formando como que um teto verde. Quando chovia, muitos podiam passar por ali sem se molhar.  As linhas do sol penetravam os raros espaços e transformavam o ambiente aos que viam à primeira vista em algo como um diamante amarelo gigante pairando acima. Em alguns minutos, chegaram ao ponto. Mais alguns minutos, subiram no primeiro coletivo enquanto este ia na toda ao primeiro destino, conquistado sem nenhum acidente. Quase uma hora depois, desceram no último destino. Sempre estava lá meia hora antes, o que nesse dia foi um fator especial por possibilitar o namoro, os beijos e o toque afável de João Pedro.

Mas os números das telas de seus aparelhos interromperam o prazer que sentiam da companhia um do outro. O tempo os ameaçava, feroz. Acabou! Um tempo para começar outro e para acabar tudo. Nesse dia, João Pedro decidiu que não iria vigiá-la à saída. Por vários dias havia feito, agora queria com todas as forças nunca mais desconfiar dela.  Sabia que dois amigos viriam com ela à noite. Despreocupou-se. Estava começando a lutar contra o ciúme doentio. Maneira certa, hora errada.

Jadson havia sido internado três vezes. Tráfico, depredação de patrimônio público e assalto à mão armada com agressão. Não era negro. Era branco dos cabelos de fogo. Nunca ficara internado mais que seis meses. Havia três que estava livre. Nos últimos dois, dedicava-se inteiramente a caçar moças e mulheres desprotegidas para violentá-las. Havia estuprado e matado três nesse período. A identidade do estuprador assassino era ainda desconhecida pela Polícia. Esteve o tempo todo observando o casal namorar. Achou a garota linda. Memorizou o horário que ela entrou. Passou o dia pelas redondezas, esperando a hora da saída. Iria ser paciente. Sabia que seria difícil encontrar a oportunidade de ouro, mas enquanto ela não aparecesse, iria estudar os hábitos, horários e trajetos percorridos. Tinha, de fato, todo o tempo do mundo. E sabia que sua hora ia chegar. Nem precisou esperar o dia seguinte.

Os amigos que a acompanhariam tinham um aniversário para ir. Iriam pernoitar por lá. Ana Lúcia foi embora só. Jadson a seguiu até o primeiro coletivo. Lotado, se esgueirou e procurou ficar invisível, à distância. Emboscando. Conseguiu. Ela estava cansada, exausta. Jamais perceberia o perigo. Nem mesmo pressentia. Ele estava com uma blusa de moletom com touca. Seus cabelos eram muito chamativos e ele procurava ocultar. Também estava com seu inseparável canivete e seu revólver com numeração raspada que comprara com dinheiro de roubo por uma ninharia. Não entendia por que discutiam tanto o porte de armas. Mas gostava que continuasse a população desarmada. Seu trabalho sempre era mais fácil assim, e ele quase nunca corria perigo.

Saíram do primeiro coletivo. Ela não havia ainda reparado em sua presença sombria. Ele, já experiente, não se fazia notar. Aguardou na rodoviária, sabendo que ela estava para pegar outra condução. Começou a ficar excitado. Seu namorado não aparecia. E ninguém conversava com ela. Mas era cedo. Dominou o instinto, e foi de novo absorvido pela frieza. Estacionou o segundo coletivo, o que pretendia levá-la para casa. De início, cheio. Mais uma vez ela não reparou na figura sombria que a contemplava a todo instante da cabeça aos pés e que entrou logo depois dela. Visualizou no celular as mensagens de João Pedro. Ficou feliz e sorridente. Muitos, “eu te amo”, “eu te adoro”, “quero casar com você”. E: “me ligue quando chegar. Quero ouvir sua voz antes de dormir, para sonhar com você. Fiz uma carta, amanhã te entrego.”

Próximo de onde deveria descer, finalmente reparou no que achou ser um rapaz cansado e esquisito. Seus olhos se cruzaram, ele imediatamente abaixou os seus. No ônibus, quase todos já tinham descido, haviam somente eles dois e mais três. Um ancião, um rapaz e sua filhinha. Infelizmente para Ana Lúcia, nenhum deles iria descer na sua parada. Buscando oportunidade de não levantar suspeitas, Jadson se dirigiu à frente para sair assim que Ana Lúcia descesse. Estava no fundo, e não queria ter de sair de lá correndo, levantando desconfiança dos demais passageiros, do cobrador e do motorista. Mais duas curvas e Ana Lúcia desceria. Coincidência terrível!

Desceu. E de início ficou feliz pelo rapaz ter descido junto. Tinha medo de percorrer aquela rua à noite. Nunca o havia visto por ali, mas sabia que muitos moravam por aquelas redondezas. Sua felicidade durou pouco. Assim que o coletivo afastou-se o suficiente, Jadson colou nela, segurou sua cintura, e ordenou que não gritasse enquanto apontava a arma para a cabeça dela. Ela teve um sobressalto. Ficou apavorada e sua voz sumiu. Jamais conseguiria gritar, mesmo se quisesse. Suas pernas ficaram bambas. Mal conseguia andar. Seguiram alguns metros até que se ocultaram completamente da rua onde, vez ou outra, passava algum veículo. A noite era escura. Densa. A Rua absolutamente deserta. A escuridão tomou conta do mundo, do rosto de Jadson e do pobre coração de Ana Lúcia.

Jadson verificou uma pequena trilha no meio do mato. Criada por crianças que ali iam para com estilingues perseguir pássaros. Dessa vez quem entrava não era uma criança e, o pássaro que ia ser abatido, vinha de fora. Ele a empurrou contra o tronco de uma árvore. Ordenou que parasse de chorar. Ou iria ser pior. Ela, retomando os sentidos, passou a implorar baixinho, por favor! Só não me mate, quero viver. Ele a feriu no rosto com o cano do revólver. Sangue passou a escorrer pelo seu nariz. A dor do impacto foi forte, e parte da face já começava a formar o hematoma. Ela engoliu o choro. E ficou calada. Mais uma ordem: Tire toda a roupa, depressa!

E ela obedeceu, trêmula. Por um último lapso da luta pela sua preservação, sobrevivência e vergonha, não conseguiu tirar as meias, a calcinha e o sutiã. Ele puxou forte seus cabelos, virou-a contra o tronco da árvore, abaixou a calcinha com violência assombrosa, arranhando as pernas dela e, com mais violência ainda, as chutou para que ela as afastasse. Por causa da dor, Ana Lúcia começou a gemer baixinho. Jadson guardou o revólver no bolso do moletom. Não precisava mais. Ela estava entregue. Machucada e apavorada demais para reagir. Dali não sairia mesmo se a deixasse sem fazer nada. Paralisada, era assim que ele a deixou. De maneira afobada, respirando o sucesso fácil dessa nova vítima, abaixou as calças. Retirou o membro já rijo. Sentiu o toque macio da pele dela, alva mesmo naquela escuridão, cuspiu na mão e com o furor provocado pela excitação, espalhou o líquido entre as pernas de Ana Lúcia. Penetrou de uma vez. Violentou-a diversas vezes, com força brutal. Pelas pernas de Ana Lúcia, escorriam sangue, urina e sêmen provenientes de seu ânus e vagina.

Ela não era mais ela. Seu corpo ainda sentia dor, sua alma e seus olhos pararam de lacrimejar. Sua mente fugiu do corpo para ficar observando a casca da árvore que agora ficara visível por seus olhos terem se acostumado à escuridão do ambiente e da dor. Só o corpo estava ali. Sua vida já estava com Deus. Questão de tempo para o corpo parar de funcionar. Porque finalizado todo o desejo monstruoso daquele demônio, produto de si mesmo e não da sociedade, o ódio passou a corroê-lo. Jogou-a no chão. O contato das suas costas nuas com pequenas pedras e galhos a fez sangrar mais. Espancou-a. Chutes na cara e nas costelas. Finalmente, um soco feroz a desmaiou. Por causa disso, ele ficou com mais raiva. Queria ela acordada para sofrer. Retirou o canivete e cravou na virilha. Foi arrastando até que jorrou sangue para todos os lados. Se ele não fizesse mais nada, ela morreria do mesmo jeito. Costelas quebradas já haviam perfurado o pulmão. Traumatismo craniano pelos pontapés. Mas ele faria ainda mais. Não queria matar, queria exterminar.

Com o canivete ensanguentado, arrancou o bico de um dos seios, e com os dentes, o outro. Mais sangue jorrou. Com uma ira sem igual, deu vários golpes com o canivete. E, nos instantes finais, o coração dava suas últimas batidas enquanto o celular dava os primeiros toques, vibrando a um canto. Uma foto de um casal alegre apareceu, e junto a inscrição que a linda garota que não mais existia incluiu, sincera, no identificador: Meu amor! Jadson não gostou de ver isso, pisou em cima do celular e o estraçalhou.

Policiais passavam em ronda por aquelas bandas. Tarde demais! Porque ela já estava morta. Entraram por aquela rua na calma costumeira para fazer o desvio e voltar à cidade. Jadson ouvia o barulho dos pneus contra os pedriscos. Escondeu-se perto do cadáver, por um tempo. Mas assustou-se muito. E saiu correndo. Toda a frieza desapareceu e o farol iluminou-o em fuga. Os policiais sabiam que algo estava errado, pararam o carro e saíram em disparada atrás de Jadson, com gritos de parado! Por fim, um deles atirou na perna. E foram capturá-lo. Borges ia à frente e foi o primeiro a se deparar com o horror. Não conseguiu conter: primeiro o vômito, depois o assombro e, por último, o choro e a ira. Santos foi aprisionar o marginal. Era mais experiente e já havia visto de tudo. Prendeu o marginal e chamou reforços e todo o aparato legal para os procedimentos de praxe. Antes que chegassem, Santos teve que quase ir às vias de fato com Borges para impedi-lo de assassinar Jadson ali mesmo. Enfim, conseguiu. Mas no dia seguinte se arrependeu. O tiro que deu no “menor” era prontamente criticado pelos direitos humanos e a imprensa. Diziam ter sido desnecessário.

João Pedro foi avisado algumas horas depois pelos pais de Ana Lúcia. Passou muito mal e foi hospitalizado. Teve que ser amarrado. Quase quebrou todo o hospital querendo que o deixassem ir matar Jadson. Moradores foram ao local da internação para tentar linchar o menor assassino estuprador no dia seguinte. Mas não foram autorizados. E ele logo estaria nas ruas para matar mais alguém. Um jornalista disse que era compreensível a fúria dos moradores, e nunca mais pôde dizer sua opinião sob ameaça de cortes de verba a todo o canal. Parlamentares da esquerda tentavam a todo o custo silenciar a notícia para não implicar em mais gritos pela diminuição da maioridade penal e pela pena de morte. O que conseguiram com facilidade. Toda a imprensa era deles.

Três dias depois, em casa, João Pedro não comia. Seu alimento era a dor e as lágrimas. Pegou a carta que havia feito para ela na noite do crime, leu-a pela vigésima vez só nesse dia, a carta que nunca Ana Lúcia leria:

Eu te amo!

Eu não te conheço?
Já não te amava?
Ontem acabou, acabou!
Pra começar de novo agora.
Eu te reconheço e te reconheci
Inevitável:
Amo outra vez!
Como pode brincar com meu coração
Destruindo-o com mais e mais Amor?
O pobre nem mais tem sangue
Mas de um faço-te mil.
Oh, Minha Bela e Minha Amada,
Diga-me de novo seu nome,
Diga-me de novo sua idade,
Chore e sorria de novo,
Cale-me de novo,
Faça de mim o que quiser,
Mas dê-me de novo sua semi-nudez
e a completa?!
Eu não me canso que me diga e me dê
É invencível no ato e no tato
Ao me deixar sempre estupefato
Sei que já ouviu isso mil vezes,
Mas dessa vez vai ser diferente,

Eu te amo! Te amo! Amo-te!  Amo te amar! Eu te amava! Eu estou te amando, Eu te amei, Eu te amaria, Eu te amara, Amo você,  Eu queria te amar mais, mas o mais não existe. Eu te amarei, Eu te amarei! Só mais uma, duas, mil vezes mil: Pra te amar de novo uma outra vez!!!

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3 comentários em “Ana Lúcia

  1. Grande WLD ! O poeta contista de histórias densas, fortes e realistas. Aliás, todo o seu blog e a sua pessoa é realista, de verdades cotidianas nuas e cortantes. Creio que bem posso dizer que a sua escrita é o conflito, mais correto dizer que o poeta é o proprio, e não sua letra. Claro que li lá atrás aquele texto no qual diz ser contrário à cotas. Porém sua posição de forma alguma me incomoda, assim como sei que divergimos e divergiremos em muitos outros pontos de vista, em ocasiões pontuais sobre todo o universo do conhecimento humano. Qualquer pessoa que escreve e publica sua obra deve esperar diversas reações às suas idéias e mensagens expostas. Mais do que isso, deve apreciar todas, mesmo às inconsequentes ( que não é o seu caso) pois todas são ecos que o seu grito literário provocou na sociedade. Este seu conto, por exemplo, faz-me parecer a síntese de uma novela de amor com desfecho trágico, inesperado e cruel. Poderia ser um água com açúcar, mas você nos serviu água, tragédia, dor e sangue. Mas, a minh’alma não é muito afeita à violência e tragédias que tem aquele fundo “noir” de tragédias policiais. Eu sou um velho bobo que gosta de um “Dom Casmurro”, de uma “Clarisse” do Erico Veríssimo e similares. Sempre fui e sou um romântico inveterado. Eu te sugiro ir à minha página e ler “Te matei”, “Uma breve história de amor” , ” Adoração a uma mulher” e mais outras que vão lhe mostrar o meu perfil antuguado de ronantismo roto e rasgado. Abraçao amigao. Sempre estarei por aqui pode crer.

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    1. Bom dia, meu querido Athos. Não sabe o prazer que é abrir isso daqui e ver uma mensagem sua. Gosto mesmo de ti. Com as divergências e tudo o mais. Gostei da crítica, escrita de conflito e o “próprio” é o conflito. Confesso que não gosto de rótulo. Mas devo aceitar ou pelo menos conviver com eles. Tenho aprendido bastante contigo. Porém o rótulo do conflito é positivo, pois todos temos conflitos. É uma característica própria da humanidade. Ser conflituosa. Sobre a violência, também não sou afeito à ela, mas se eu esquecer da violência em meus textos, cometerei o crime grave de esquecer os violentados. As milhares de Anas Lúcias existentes não só neste como em todos os países do globo e de todas as épocas. Essas Anas Lúcias, em grande maioria, também eram românticas. E os seus pares e familiares também. Talvez até continuaram sendo mesmo depois de sobreviverem a um estupro e violência. Certamente, lerei seus textos. Sua escrita é majestosa e única. E seus comentários também. Grande abraço, caro amigo. Agradeço imensamente sua visita. E venha sim sempre. Seria uma grave perda não tê-lo como primeiro, escritor, e depois, leitor.

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  2. Ando inclinada a ler mais textos assim, pois se tornou uma realidade cruel e não devemos fechar os olhos. Embora o mundo sempre foi assim, nos diz a Bíblia que no fim dos tempos se multiplicariam os impios… Mas, ainda gosto de ler romances e ainda gosto de acreditar que o amor ainda existe e que apesar de tudo não devemos permitir que o mal nos torne extremamente amargos e meio que parecidos com eles.

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