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Aviso aos amigos, leitores e Seguidores

Não há no mundo coisa mais difícil do que a sinceridade e mais fácil do que a lisonja.
(Crime e Castigo)

Fiódor Dostoiévski

Programei a republicação de vários textos para hoje, durante todo o dia. Se te incomodar essa imensidão de textos, peço desculpas. Se te incomodar o teor, não peço. Mas compreendo se deixar de me seguir por achar elas absurdas ou polêmicas demais para o seu gosto. São opiniões fortes e posições polêmicas algumas destas republicações. Mas é o que penso. E não tenho a menor intenção de mudar se o que tiverem para que eu mude for o mimimi, e não opiniões embasadas com argumentação sólida. Forte abraço, e feliz ano novo a todos. Que 2016 tenha muita sinceridade e coragem. E menos pessoas nos muros. Ou não.

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8 comentários em “Aviso aos amigos, leitores e Seguidores

  1. Meu caro amigo, leio e curto com atraso este post – corajoso e vigoroso, como todos os seus textos, diga-se. Um post que já indicava uma certa indisposição com certas coisas que, anteontem, tiveram uma explosão por aí. Mas cá entre nós, pelas trocas de comentários entre vc e a linda poetisa (agora bissexta aqui) sobre essa situação, era apenas uma questão de tempo. (Obs.: acabei de dar uma olhada lá no RL, se repercutiu o fato. Menos do que eu imaginava.) Mas enfim, caí neste post por causa do título: procurei mas não encontrei uma troca de comentários, de dias atrás, sobre a questão de seguir só por seguir. Peço desculpas por retomar aqui, portanto. Mas é que me ocorreu uma idéia de “depuração” que talvez o interesse: sugiro ver na sua lista dos que vc não lê e só segue por retribuição, quais são os que o seguem sem curtir nem comentar – ou seja, que provavelmente também não o lêem. E veja quantos seguidores eles têm. Se forem muitos (mais que 100), certamente nem perceberão a sua saída. E ainda que percebam a diminuição do número, não terão condições de descobrir quem foi. Já fiz esse levantamento e estou pensando seriamente em executar o plano. Numa estimativa otimista, pode derrubar pela metade os seus seguidos, sem diminuir os seguidores. O que vc acha da idéia? Se quiser adotá-la, fique à vontade, juro que não patenteei rsrs. Obs.: caso queira apagar este comentário, fique à vontade. Até para ocultar o plano, dá-lhe que um gaiato resolve patentear, rs. Um forte abraço e uma ótima sexta-feira pra vc.

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    1. Nem esquenta, caro amigo. É tanto texto que dá nos nervos só começar a procurar algo, rsrs. Sobre a retirada do comentário, só mesmo se você quiser. Eu o que faço é agradecer por poder conversar contigo. Sobre episódios que se deram, não há o que acrescentar, entendi perfeitamente a parte em que diz “era de se esperar”. Entendi e concordo, perfeita observação. Eu também acabei por navegar em certos ares e pesquei umas nuvens que não despejaram muitas chuvas. Na verdade, a se observar bem, penso que há socos e pontapés no espelho por parte de alguns. Claro que isso não significa que eu também não faça isso, me estapeio durante a noite, rsrs. Afinal, quem nunca dá uma surtada. A questão do WP está cada dia mais sendo esfacelada. Com seu comentário, ouso dizer que atingiu-se o cerne da questão. A rigor, ter muitos seguidores implica em nem mesmo saber mais quem ou, em muitos casos, quê, rs. A sua sugestão é absolutamente genial. Uma limpeza, ou seria uma desfragmentação, usando o jargão informático. Ser participante de uma rede requer sempre a seleção. É claro que você sabe disso, mas queria somente amplificar o modo como vejo pra você, amigo. Indiretas, sapatadas, cutucões, barracos e coisas semelhantes se dão sempre pelo erro da seleção. A rigor, penso que se nós queremos escrever ou expor algo útil, e queremos, pelo menos afirmo isso com convicção sobre nós dois, não vamos ter tempo para ficar reagindo, retalhando, reindiretando, xingando e se irritando diariamente. Creio, mesmo sem saber os motivos completos de sua ojeriza por redes, que um dos principais dos seus é justamente um dos principais dos meus: falta de saco para suportar imbecis. Eles tomam todo o nosso tempo, e transformam nossa vida num inferno, sempre postando em cima do que postamos antes, e sempre querendo nos levar a brigar com comentários, induções. Veja, que no RL, você já tinha uma dessas. E lá nem mesmo, por pior que seja o RL, dá pra se dizer que era uma rede. Meu caso é emblemático, o meu perseguidor chegou a ir até os meus. Não sei se chegou a ir a ti, mas um amigo mandou-me e-mail com print dele falando pra eu desbloquear comentários, ou seja, o cidadão colocou em risco até minhas amizades. Aqui mesmo, e digo isso sem medo do comentário ser público, pois ainda pretendo publicar texto sobre o assunto, já tive cerca de dez textos com indiretas à minha pessoa. Algumas risíveis, só não as detalho por obviamente não ter criado um blog para viver de brigas. Tanto pode ser dito, mas acho melhor irmos indo aos poucos. Até pra eu não gastar o seu tempo, caro amigo, e acabar por entediá-lo. A propósito de finalização, diria que estamos realmente rodeados de problemas, ou nos livramos, na miúda de preferência, ou vão acabar com nossa paz e reflexões úteis que temos tido. Forte abraço, e ótimo dia, Laércio.

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      1. Pois é, eu disse do “era de se esperar” porque, mesmo assistindo aqui de fora, não pude deixar de notar que havia algum desconforto com a situação. Que foi ficando cada vez mais insustentável. Mas vc tem toda razão: pelo que vi, naquele dia, tudo começou com um crescente mal-entendido. Pouco importa, foi a gota d’água. Pense pelo lado positivo, vc não precisará mais ter que… enfim, essas chatices típicas de rede social. Lamento, porém, por um detalhe (e acho que vc também): embora houvesse ali muito joio, era joio com intenção de trigo. Quer dizer, aparentemente, vcs até teriam várias afinidades, a começar pela religiosa, mas… coisas da vida.
        Meu caro, a constatação desse problema do número de seguidores não é mérito meu, mas seu, naquela nossa conversa anterior. E vc tem toda razão, quando disse: é impossível alguém com, sei lá, mil seguidores (que suponho retribuídos, por certo…) consiga ler mil seguidos. É humanamente impossível. Então, tudo indica – e temos fortes indícios disso – que há uma parcela, aqui no WP, que te segue apenas com a intenção de se ver por vc seguido. Mas não te lê e, estranhamente, não percebe que não será lido! Então, fica com um número inflado de seguidores, ali no cabeçalho do reader, o que impressiona à primeira vista, mas que, tudo indica, é um número vazio. E é justamente aí que entra a minha sugestão: essas pessoas nem perceberão que foram des-seguidas. Sobre essas indiretas etc., nunca percebi em posts alheios. Lamento que tenha ocorrido. Mas esse é o preço por ter opinião e por ter coragem de expô-la publicamente – que é justamente o seu caso. Quem assim faz, evidentemente, se expõe a isso. O que lamento nem é tanto a discordância, porque isso é normal em ambiente de discussão. O que lamento é o jogo furtivo, a guerra suja, assimétrica, de guerrilha, de postar cotoveladas. Nesse ponto, mil vezes prefiro as batalhas napoleônicas: franca, em campo aberto. O resto é coisa de vietcong – e bem sabemos que tipo de ética ampara esse proceder, que é a ética da covardia. Quanto ao RL, concordo, não consegue chegar a ser uma rede social por falta de tecnologia – como vc havia dito, a falta do “seguir”. No entanto, lembro-me que certos recantistas eram especialistas nisso, em criar uma expectativa de reciprocidade. Um, eliás, digo, aliás era notório: se vc precisasse de um comentário a qualquer custo, bastava comentá-lo, ele retribuía com um comentário padrão. Nada contra a pessoa em si, sempre muito gentil, mas… Sim, recebi comentário daquele obcecado, cobrando de mim (?) por que vc não havia aceitado o desafio dele. Ignorei solenemente, deixei-o falando com as paredes, assim como fiz com aquela mal-educada. Desculpe-me a tagarelice, rsrs, mas é um assunto inesgotável… Um forte abraço e um ótimo fim de semana pra vc, meu caro amigo!

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        1. Pois, então, caro amigo. A situação talvez não tivesse chegado a esse ponto sem que eu errasse junto. Eu sempre procuro me observar, e nem sempre gosto de algumas ações. Não há algo chamado equilíbrio. Não que eu seja desequilibrado, pelo menos acho que não, hehe. O que vejo é uma enorme dificuldade de tolerar. Ainda bem que não sou diplomata, senão adeus Brasil em não estado de guerra. A primeira briga ia ser com a Venezuela, depois a Bolívia. E até com a Síria. Eu procuro dar uns recados abstratos quase reais, mas nem sempre entendem. Fazer o quê. Depois, já era… Sobre o WordPress que cá estamos, também vejo assim. O problema talvez seja esperar das cobras a ausencia de tocaia. Quando ela vem, faço quase um mimimi. Não fosse o tom de latino, ficaria pior. Quero ignorar, mas como é dificil ver um mosquito voando e não querer estapea-lo longe. Óbvio que não falo pra me engrandecer, mas o que é um jagunço em cima do morro senão um nada. Mas acho que vou dar uma de zé e deixar é pra lá. Dizer: Favor passageiro, dirija-se ao portão dez, sabe onde fica né? Abraço, amigo. Ótimo fim de semana. Até segunda se Deus quiser.

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      2. PS: lembra daquela minha “estratégia de enxugamento”? Resolvi executá-la, hoje. Depois eu lhe informarei se surtiu o efeito imaginado (ou seja, que não perceberão). Poderia fazer como Nelson Rodrigues e apostar um Chicabom. Mas enviá-lo pelo correio não daria muito certo, rs.

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