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Por que sou favorável ao Impeachment

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Imagem Flickr, Editorial J

Minha posição acerca do Impeachment está muito longe das pedaladas fiscais. Não que estas não justifiquem. Aos defensores do Impeachment no Congresso, restou essa pauta técnica e de difícil compreensão. Creio que por ser o Impeachment um processo labiríntico em todo o seu percurso, seja difícil aceitá-lo sem que esteja dentro de todos os parâmetros burocráticos, em que se possa argumentar juridicamente sem brechas e que não permita quaisquer dúvidas para suplantar todos os gritos histéricos de golpe. Pelo menos foi esse o vislumbre que tive até o momento acerca das intenções dos defensores do Impeachment.

Porém, como cidadão brasileiro, com ou sem pedaladas fiscais, eu defenderia o Impeachment da mesma forma. Entendo que desde 2003 estamos correndo sérios riscos de perder a democracia no país. Uma democracia que, aliás, nunca foi plena. Vejo na esquerda e extrema esquerda brasileiras uma perseverança quase insana de destruir totalmente a liberdade de imprensa, liberdade religiosa, liberdade individual, liberdade política, ordem legal, Estado Democrático de Direito e Independência e Harmonia dos poderes. Há vários fatos que me levam a essa interpretação, e não são diferentes do que vários já citaram. Enumero os que considero principais.

Alianças

O Governo brasileiro tem se aliado com países que ferem diretamente os direitos e liberdades de seus cidadãos. Manteve relações próximas com o Irã. É íntimo de Cuba, historicamente ditatorial. Fazendo nosso dinheiro ir parar lá para “investimento” no Porto de Ariel. Sendo que os nossos portos estão longe da perfeição, precisando de investimentos urgentes, ampliações e criação de novos.

A imensa crise na democracia da Venezuela foi ignorada pelo Governo Brasileiro. Um país com a estatura do Brasil jamais deveria se calar quando um seu irmão está em vias de cair numa ditadura. Mas nem mesmo uma palavra sobre presos políticos naquele país ou ameaça de exclusão do Mercosul. Quando o Governo Venezuelano feria e fere os direitos de protestar dos seus cidadãos. Uma população que protestava porque sofria e sofre com o desabastecimento entre outros problemas internos causados pela truculência de um governo irresponsável e autoritário, que agrediu e agride as liberdades do seu próprio povo.

Mas o contrário se deu com o Paraguai. Defendeu a retirada do Paraguai do Mercosul por este ter legitimamente, de acordo com sua Soberania e Constituição, impedido o Ex-Presidente Fernando Lugo, em 2012. Ele foi impedido por 39 votos dos Senadores daquele país, contra 4 votos contrários. Quando os defensores do Impeachment só precisavam de 30 votos. Ou seja, Impeachment absolutamente dentro dos trâmites legais. Chamado de golpe em discurso recente pela Presidente Dilma, ao se referir a pedidos legais de Impeachment contra ela no Brasil, dizendo que “estavam (estão) por aqui tentando um golpe à paraguaia”. Desrespeitando os paraguaios, sua democracia e Soberania. O que levou o Paraguai a convocar o Embaixador brasileiro em Assunção para dar explicações sobre a trapalhada diplomática.

Por último, há muito tempo que vários pensadores, jornalistas e políticos falam que o PT é um partido ilegítimo por estar subordinado aos interesses do Foro de São Paulo, entidade estrangeira, que tem entre seus membros fundadores Fidel Castro. As leis são claras, nenhum partido político brasileiro pode estar subordinado a entidades estrangeiras. E isso não é teoria da conspiração. O Deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) entrou com ação pedindo o cancelamento do registro do Partido dos Trabalhadores por esse e outros motivos. (1)

Desastres Diplomáticos

Além da trapalhada diplomática recente com o Paraguai, há várias outras. Desde 2003 o Brasil se tornou um país completamente irrelevante dentro do cenário internacional. Usando as palavras do ex porta-voz do Ministério de Relações Exteriores de Israel, um gigante cultural e anão diplomático. Um país que tem em seu território mais homicídios que todos os conflitos bélicos recentes de qualquer tipo, incluindo a guerra no Iraque, não pode se meter a querer resolver conflitos internacionais se não cuida da segurança do seu próprio povo. Isso é ridículo, no mínimo. Ainda mais condenando ataques de Israel contra grupos terroristas palestinos, que usam crianças como escudo, sem nem mesmo atinar que Israel naquele momento também estava sendo atacado. Contudo, antes disso, o Sr. Ex-presidente Lula também fez das suas.

Quis intermediar negociações com, vejam, o Irã no caso das instalações nucleares. Claro que passou vergonha. Claro que riram do Brasil. Claro que isso foi uma das maiores piadas da história do Universo. Parafraseando o petista, nunca antes na história do mundo passamos tanta vergonha. José Augusto Guilhon Albuquerque, do Núcleo de Pesquisa e Relações Internacionais da USP, disse apenas o seguinte: “Nunca houve na diplomacia brasileira um fracasso como este. É um resultado tão desastroso que duvido que se repita” (2)

Porém, este “duvido que se repita” dele deve ter causado arrependimento. Pois há muitos outros desastres, talvez até piores. É impossível citar um a um. Cito os que conheço. Em 2012, na ONU, a nossa Presidente discursou contra… a Islamofobia. Sim, o Brasil é um país majoritariamente cristão, ao menos nominalmente, talvez não na prática. Mas ainda assim um país que se declara cristão. Há dados facilmente pesquisáveis que indicam que mais de 100 mil cristãos são mortos todos os anos no mundo. Por quê? Por serem cristãos. E adivinhem, isso não ocorre em países cristãos, claro. Esses dados passaram a ser públicos, pelo menos para mim, em 2012. Não é de se estranhar falar de Islamofobia, quando o grupo mais perseguido no mundo é justamente o que tem a mesma religião da maioria da população brasileira, pela qual foi eleita Presidente? No mínimo, tal discurso deveria ser entendido como um acinte. Não vou nem citar a tal proposição de diálogo com o Estado Islâmico, porque essa proposição não merece comentário, só palavrão.

Corrupção

Não é preciso me alongar muito no assunto. O Brasil sempre teve problemas com a corrupção. Com propinas. Com licitações fraudulentas. Mas em número tão elevado quanto nos governos petistas, jamais. E é interessante a tese da situação para esse fato notório: É porque antes não se investigava. Porque antes a Polícia Federal, Ministério Público e a PGR não tinham autonomia. Esperam realmente que acreditemos que a Polícia Federal, Os Ministérios Públicos, O Judiciário, A PGR, O Universo e Marte foram salvos pelo PT? E para irem prender em grande maioria os próprios membros do PT?

Pois quem garante que não é o oposto? Quem vai negar que se tem mais casos de prisão, denúncias e desvios nos governos petistas justamente porque o país ficou mais corrupto no período? Quem vai negar que a corrupção antes do PT não era circunstancial mas institucional? E qual o Partido que iria dar autonomia para se prender os próprios membros deste se pudesse fazer o contrário? Querem realmente que acreditamos nisso? Pois então é simples, provem! Podemos não ser um povo lá muito letrado, mas não nos chame de burros. Isso nunca fomos.

Contudo, para o texto não ficar mais longo do que já está, finalizo dizendo que estes não são os únicos mas os principais motivos pelos quais sou favorável ao Impeachment. Porém, reconheço que se houver sucesso nessa tentativa, deverá ser entendido apenas como um recomeço. É evidente que precisamos de muita mas muita luta mesmo para endireitar novamente o país. Trazê-lo de volta para as relações com países democráticos pode custar décadas. Mesma coisa com as Finanças, com as Instituições e Agências aparelhadas e com a desconfiança completa da sociedade. A verdade é que ninguém confia no Brasil. Nem os brasileiros. Se é que um dia confiaram. Mas antes havia um pé atrás, depois de todos esses fatos e vários outros, os dois pés estão atrás e em fuga. E o Impeachment se concretizado, demonstraria que o país está pelo tentando voltar a ser, no mínimo, democrático.

(1) Link

(2) Link

Obs: Recomendo que assistam esse vídeo do professor de música Nando Moura, que também posta no Youtube vídeos com suas opiniões. Este é para aqueles que acham que não há nada que incrimine a Presidente a ponto de precisar ser Impedida. Os pão com mortadela que vivem gritando golpe, morrendo de medo de ter que começar a comprar Tubaína.

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21 comentários em “Por que sou favorável ao Impeachment

  1. Se eu entendesse de política eu teria escrito esse texto pq comecei a sentir medo da “amizade” deles com esses Países. Eu creio que chegará o dia que não teremos mais liberdade religiosa e ja estava temendo que era o que ia acontecer agora. Mas quem garante que já não esteja próximo com Dilma ou sem. Eu sou a favor , quem sabe os próximos corruptos não fiquem com mais receio…

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    1. Verdade, Cris. Mas o Collor renunciou, por isso pôde se reeleger. Mesmo assim ficou proibido por 8 anos de se candidatar. Não conheço muito bem a lei, mas se for até o fim com o processo, creio que não é mais possível se candidatar se for cassado. Abraço.

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      1. Mas não me refiro ao fato dele ter se candidatado e sim, do povo ter memória curta e votar nele. Mas, o que podemos esperar de uma nação corrupta. Muitos falam mas fazem diversas falcatruas, compram coisas roubadas, furam fila, assinam ponto e não vão trabalhar, pegam atestados falsos, jogam lixo na rua …A lista é grande!

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        1. Falou tudo. Realmente o povo votar nele e em tantos outros é absurdo. Embora eu tenha uma pulga atrás da orelha com essas urnas eletrônicas, que países muito mais desenvolvidos não querem nem saber de usar. Mas sobre a nossa representação política, a cada dia mais estou propenso a crer que os políticos que lá estão representam sim boa parte do país. Infelizmente, concordo com você. Não dá pra esperar coisa melhor de quem age até pior que muitos políticos. Quero crer que é a minoria, mas sei não. Dá o que pensar, Cris.

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      2. Caríssimo! Se não me falha a memória, aconteceu o seguinte no caso Collor: 1) o plenário da Câmara aprovou o decreto de acusação; 2) essa aprovação suspendeu imediatamente o exercício da presidência pelo acusado; 3) aprovada a acusação, o processo foi para o Senado; 4) Collor, para tentar escapar à pena de inelegibilidade, renunciou ao cargo; 5) apesar da renúncia, o Senado o julgou assim mesmo, condenando-o à inelegibilidade por tantos anos. Creio que isso explica por que, como vc muito bem disse, ele renunciou mas, mesmo assim, ficou inelegível. Um forte abraço!

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  2. Caríssimo, primeiro comentei seu comentário, agora vamos ao texto. Concordo com tudo, mas preciso ponderar que, na minha opinião, há dois pontos de vista a considerar: 1) do ponto de vista jurídico, os únicos motivos que importam para o impeachment são os relacionados na petição, ou seja, pedaladas etc. e tal; 2) do ponto de vista político, o processo de impeachment não é somente jurídico, mas um híbrido jurídico-político. Ou seja, ele tem requisitos jurídicos, mas o julgamento é político. Tanto que é feito pelo Congresso, órgão eminentemente político, não jurídico. E é justamente aí que a porca torce o rabo. Porque o debate em torno do impeachment transita incessantemente entre os dois focos (político e jurídico). Tanto governo quanto oposição terçam armas jurídicas e políticas, mas sempre em nome de objetivos políticos, não jurídicos. O que, a meu ver, eterniza o impasse. Aguardemos os próximos capítulos… Um forte abraço!

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    1. Como sempre, didático. Ontem estava vendo o Em Pauta (não me condene por assistir tanto a globonews, os outros jornais são piores, e assisto somente para criticar, hehe) E perguntaram ao Jornalista Jorge Pontual sobre o Impeachment lá nos EUA, ele é correspondente por lá. Ele disse que é totalmente diferente, e que a suprema corte não interfere jamais no rito. Aliás disse que lá o Impeachment também serve para Juízes. Enfim, realmente diferente. E deu base histórica, parece que foi na Inglaterra que surgiu a ferramenta, justamente para evitar golpes e não praticá-los. Pois o golpe sempre foi visto como sinônimo de tomada de poder com violência e intimidação, o que não cabe claramente quando se há livre votação. Sobre o Collor, eu era um tanto jovem, mas me lembro da renúncia, que a rigor foi uma meia-renúncia, já que a saída era iminente. Aliás, quanta brecha né, caro Laércio. É óbvio que não deveria ser permitida a renúncia quando já se está próximo o enterro do político. É mamão com açúcar demais. Isso é como poder desistir de uma partida de xadrez quando falta duas jogadas para um xeque-mate. Ninguém em sã consciência deveria dar tal poder num jogo como o político. Ainda mais no Brasil. Mas agora entendo melhor, julgamento político com ares de julgamento jurídico. No fim, tirando a emoção de tomar lado, vai ser algo muito instrutivo para entendermos melhor como funciona essa engrenagem. E sua provável lentidão. Abraço.

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      1. Nada contra, meu caro amigo, só não assisto porque não tenho TV a cabo, porque já me disseram que ali a Globo tem coisa melhor que o JN. Mas caramba, qualquer coisa é melhor que o JN, rs. (O William Waack também salva o JG, mas é mérito pessoal, creio.) Interessante o que vc falou sobre o impeachment ser uma forma institucional-legal de evitar o golpe (que não é institucional nem legal). Sabe, isso me lembrou de ter lido, uma vez, que o próprio revezamento do poder era uma forma de evitar os golpes palacianos e assassinatos de lideranças – que eram os únicos instrumentos até então disponíveis. Vai pelo mesmo caminho. Sua comparação com o xadrez foi perfeita. O triste neste julgamento político-jurídico é que os reais motivos de muitos dos “juízes” (congressistas) não serão políticos nem jurídicos… Abraço!

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  3. Na última segunda-feira, assisti ao Jornal da Cultura. Muito bom, consegue aliar objetividade no noticiário com a participação de dois comentaristas. Foram eles: o advogado e ex-dep. fed. Airton Soares e o historiador Marco Antonio Villa. Procure o Villa no youtube, ele fala com todas as letras que o PT tem um projeto criminoso de poder.
    Bem, lá pelas tantas, o apresentador leu ao Soares a pergunta que recebeu pelo twitter: se trocar Dilma por Temer não seria trocar seis por meia dúzia. E o Soares disse que sim. Não, mil vezes não! Talvez ele tenha feito uma apreciação exclusivamente do ponto de vista ético. Esqueceu-se justamente do que diferencia esses partidos: é que um deles tem pretensões hegemônicas.
    Ontem, o comentarista era o advogado Roberto Delmanto Jr. Salvo por algumas pequenas ressalvas, acertou várias vezes na mosca.
    Na mosca varejeira.
    Enfim, recomendo o JC. Vc encontra lá pessoas que provavelmente subscreveriam esse seu artigo.
    Abraço!

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    1. Recomendação aceita sem sombra de dúvidas. Pelo relato que passa, percebe-se claramente uma tentativa de imparcialidade. Assim sendo, é de grande valor tal dica, fico grato, pois a rigor, nem na paga há jornal que preste. Vide Globonews.

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      1. Pois é, Globonews. Eu tinha boas lembranças dela, de quando tive TV a cabo. No entanto, já me disseram que até lá a subserviência bajulatória está naufragando o canal. Começando pela tal de Cristina Lobo. Como não sei, porque não acompanho, pergunto: é verdade?
        Na TV aberta, também há o Jornal da Globo, de que se salva o micro-editorial do William Waack. Muito pouco, para ter que ficar acordado até tarde esperando.
        Está para nascer uma TV realmente independente desse governo. Que reunisse a nata pensante que não se curvou à pauta ditada pelo Planalto. Ou seja, está para nascer o que nunca nascerá: toda e qualquer TV depende umbilicalmente do governo federal, das verbas publicitárias. E se curva até ficar de quatro. Um espetáculo de pornopolítica, como diria Jabor. Repugnante…
        Um forte abraço e um bom fim de semana, meu caro amigo!

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        1. Se é repugnante, caro Laércio. Cristina Lobo deve ter tomado um puxão de orelhas daqueles para não ser tão evidente (como se isso adiantasse). Pois, depois das manifestações em que ela fazia a cobertura com comentários absurdos contra o impeachment, dizendo ser inconstitucional (?) entre outras bizarrices, o tom dela mudou bastante, tornando quase imperceptível (a quem não conhece) seu partidarismo evidente. Há o em pauta, que é um desastre ainda maior. Pensa numa turminha do “pôgresso”. São 3 jornalistas e um âncora fazendo pequenas pautas sobre variados assuntos, desde arte à política, mas é uma bosta, com o perdão da expressão. Há ainda um programa de entrevistas, agora não vou me lembrar o nome do entrevistador, mas por ser de idade avançada, esperava-se que tivesse deixado de ser bocó, mas continua. Enfim, só o Waack mesmo pra botar os pingos nos is e chamar a carapuça. O dele é o excelente Painel, que já compensa uma assinatura básica. Fora isso, caro amigo, tv paga só documentário de golfinho. Forte abraço e excelente final de semana. Fiquei de verdade muito feliz com sua volta e continuidade.

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          1. Caríssimo, muito obrigado pelo seu relato. Parei de pagar TV a cabo por vários motivos, entre eles o de ficar muito tempo fora de casa; e de, mesmo com a TV ligada, não prestar muita atenção. Como disse o Antonio Fagundes, é como se fosse um abajur colorido – e, acrescento: barulhento, rarará! Recuso-me a pagar por isso. E tem mais: quando tive, me lembrava de como era irritante o reprise infinito dos programas. E as propagandas igualmente infinitas (engraçado, quando a TV a cabo veio para o Brasil, diziam que vc pagava mas não tinha propaganda; ora se não…).
            Hoje me mostraram uma selfie de jornalistas em torno da “presidenta”. Como se estivessem num convescote entre amigos. E não é que estão, mesmo? Não é de admirar as perguntas “fofinhas”. Que tipo de jornalismo é esse que parece o Dedé Santana, que só serve de “escada”, que centra a bola para o comediante principal marcar o gol. Aí ela responde os maiores absurdos (metas impraticáveis e sonhos inviáveis), que viram manchete dos jornais como se fossem verdades absolutas ou antevisões do oráculo. Porque ninguém ousou perguntar: mas “presidenta”, isso não é impossível! Falta “cojones”, com perdão da palavra, para dizer que a rainha está nua. Em vez disso, continuam perguntando a ela como conseguiu esse manto transparente…
            É de vomitar, blergh.
            Obrigado pela recepção aqui no WP e parabéns pela sua produção. Lembrando que, como já é tradição, ficarei fora do ar durante o fim de semana. Portanto, desde já, um forte abraço, querido amigo, um bom fim de semana e até segunda, se Deus quiser.

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            1. Bom fim de semana, Laércio, pretendo ainda terminar um texto sobre o livro que li: Islã sem véu. Estou vendo se consigo sintetizar corretamente o que construí até o momento e publicá-lo. Mas acho que só amanhã mesmo. Abraço, meu caro.

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              1. Maravilha. Essa leitura é, certamente, muito oportuna. Tenho aqui no pen-drive um esboço dum artigo sobre esse assunto, mas não consigo terminar. Estou numa roda-viva de começar muitas coisas e terminar poucas. Um forte abraço, meu caro amigo.

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                1. O que você disse aí no fim, era para ser dito por mim, mas detesto plágio. Abraço, amigo, e não se preocupe, se você visse a minha pilha, iria ficar feliz com a sua.

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