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Paraíso Perdido, John Milton (Republicação)

John Milton nasceu em Londres no ano de 1608. É por muitos considerado um dos mais importantes nomes da literatura inglesa de todos os tempos. Erudito, tinha vasto conhecimento da literatura clássica, junto a isso dominava o latim, grego, hebraico, francês, espanhol, italiano e inglês antigo. Também se dedicou ao estudo de matemática, música e poesia. Foi laureado em 1632 no Christ’s college de Cambridge como Mestre de Artes. Frequentou, anteriormente, entre 1620 e 1625 o Saint Paul’s School. No entanto, desistiu de tomar votos, indo viver com seu pai abastado. Durante algum tempo se dedicou a ensinar. Casou-se pela primeira vez em 1642 com Mary Powell, que à época tinha dezessete anos, enquanto Milton, trinta e quatro. O que resultou num fato pra lá de pitoresco, já que apenas um mês após o casamento ela o abandona, para retomar a relação apenas dois anos depois. Ficou viúvo em menos de uma década, casando-se novamente mais duas vezes, da terceira pelo mesmo motivo da segunda.

Apesar de nunca haver se divorciado, defendeu abertamente o divórcio. Era tão polêmico como cristão quanto seria hoje. Puritano e republicano. Escreveu uma apologia ao divórcio em 1643. E considerava por menos o adultério, nada mais que um pecado carnal qualquer. Isso ainda não era nem o princípio de suas polêmicas. Defendia à época a república ante a monarquia. O que na Inglaterra de ontem e de hoje não era ou é nada simples. Também defendia uma reforma nas universidades nacionais. Em 1644 lançou “Areopagítica”, seu trabalho mais conhecido em prosa. Um discurso entusiasmado pela liberdade de imprensa e não licenciada.

Seu pai falece em 1646 e, com isso, para de lecionar, melhorando muito sua condição econômica, obviamente pela herança. Em 1649 passa a ter graves problemas de visão e, em apenas três anos, está completamente cego. O que não o impediu de, nesse período, defender Cromwell e o puritanismo. Mas é em 1658 que começa a entrar definitivamente pra história da literatura inglesa ao iniciar a obra-prima “Lost Paradise” (Paraíso Perdido). Por essa época, além de cego está também com dificuldades financeiras, tendo perdido boa parte de sua fortuna e residência num incêndio. A obra foi ditada a terceiros, inclusive para as filhas. Um Beethoven das letras. Dedica-se, então, exclusivamente à composição de sua obra. Que vai ser concluída, provavelmente, em 1663. Tendo sua primeira publicação em 1667. É inspirada na peça teatral escrita pelo padre Serafino della Salandra, de 1647, intitulada “Adamo Caduto”. Em tradução livre (Adão caído).

Cego e pobre vendeu os direitos da obra em 27 de abril de 1667 por 10 libras. Originalmente foi composta em dez partes ou dez cantos. Composta em versos brancos (não rimados). Sete anos depois, em 1674, é lançada uma segunda edição, reorganizada em doze cantos, acompanhada de notas, para assemelhar-se à Eneida de Virgílio. No mesmo ano, Milton falece. Esta versão com doze cantos é inclusive a que nos chega em português por Antônio José de Lima Leitão (1787-1856). Num trabalho primoroso de tradução que manteve os decassílabos e os versos brancos.

A epopeia tem como temas a criação do mundo, do homem e da mulher, a rebelião de Satanás nos céus, assembleia infernal, fuga de Satanás do Inferno, tentação e a queda do homem, todo o plano de salvação e redenção da humanidade através do Filho de Deus, num resumo da história bíblica pós queda. Há obviamente alguma especulação não bíblica e citações à mitologia, além de frequentemente serem usados nomes de deuses cananeus e circunvizinhos. Mas o leitor não habituado a isso não terá dificuldades grandes se tiver conhecimento pelo menos intermediário da Bíblia, já que as citações são pontuais e de correlação. Apesar, é claro, da evidente dificuldade que qualquer leitor não acostumado à poesia e às obras clássicas terá, a prática da releitura, conhecimento bíblico e um bom dicionário certamente atenuarão as mesmas.

Milton explora com incrível perspicácia desenvolvimentos pouco claros na Bíblia e, com sua imaginação e liberdade poética, introduz sua interpretação sob diversos ângulos que não avilta de forma alguma as escrituras. Como, por exemplo, as motivações de Satanás para rebelar-se contra O Eterno. Onde ele se encontra quando Deus cria o novo mundo e novas criaturas e o Jardim do Éden. O que Lúcifer, antes um dos generais dos céus, agora transformado em um ser caído completamente, faz para sair do Inferno e ir tentar destruir a obra de Deus, que acabara de criar. O amor de Adão por Eva como sendo a principal justificativa para participar do fruto proibido. A ministração da sentença pelo Filho, entre muitas outras interpretações que não encontram na Bíblia fundamentação irrestrita. Fatos que não estão claros na Bíblia, mas que bem poderiam ser assim.

Mas seria interessante fazer um breve resumo sobre a obra, canto a canto, para melhor compreensão.

Canto I:

Inicia-se com uma breve exposição do tema do poema. Isto é, a queda do homem pela desobediência. Perda do Éden como local de morada, cita-se Satanás entrando na serpente como o motivador de tal tragédia, antes, porém, tendo se rebelado contra Deus e levado junto a ele na sua revolta muitos anjos ao inferno numa queda vertiginosa no caos, a mando de Deus e executado pelo Filho. Após certa recuperação de tal queda, começa uma assembleia infernal a partir do clamor de Satanás. Começam planejar um levante contra os céus. Da confusão se levantam, nomeiam-se e seu líder discursa sobre a criação do novo mundo com novas criaturas, presumindo por uma profecia ouvida nos céus quando ainda estava lá. Começam ponderações sobre como destruir tais novas criaturas junto com esse novo mundo.

Canto II:

Iniciado o conselho infernal, planejam como será o combate com o céu. Se por guerra aberta ou trama oculta e, dessa proposição de Satanás, surgem objeções e aceitações dos seus maiorais. Por fim, não há nenhum que ouse subida do inferno pelo caos recém aberto, a não ser o próprio líder, que põe-se de imediato e sob aplausos e glória ao projeto de ir investigar a profecia. Enquanto os outros aguardam a volta de Satã, este prossegue sua viagem, que só será possível atravessando o portão infernal guardado pela Morte e Pecado, ambos retratados como seres. Convence ambos demonstrando sua coragem e liderança, e parte para o novo mundo.

Canto III:

Retratado é Deus como Onisciente, sabendo todo o projeto satânico e a fuga de Satã do Inferno ao novo mundo através do caos. Prevê que o intento maligno terá sucesso contra o homem. Sua perversão e queda. Mas, chamando ao Filho, dá o Poder de assentar-se à sua mão direita. Declara a graça ao homem, por esse não ter se pervertido completamente, mas por astúcia e tentação de Satanás. Sedução maligna. E disso resulta o oferecimento do Filho de Deus como resgate ao homem caído em tão grande desgraça, o que Deus aceita para justiça. Ordenando sua encarnação e dando a recompensa como tendo poder acima de tudo nos céus e na terra. Enquanto isso Satanás prossegue na sua jornada. Consegue a localização do Novo Mundo enganando Uriel com fingimento de desejo por contemplar a nova criação de Deus.

Canto IV:

Ao chegar próximo do local onde a empreita se dará, Satanás reflete e entra em dúvidas cruéis. Diversos sentimentos conflitantes. Mas vence a inveja e a maldade em si mesmo. Entra no Paraíso. Salta na Árvore da Vida, retratada como a mais alta, e está nela para observar melhor todo o espectro e planejar. Vê Adão e Eva. Chega até a ficar estupefato com a beleza dos novos seres. Mas isso só faz aumentar seu desejo de destruir e arrancar. Descobre através das conversas dos dois a proibição única. Uriel acaba percebendo o engano já um tanto tarde. Avisa Gabriel que algum espírito das trevas escapou do inferno. Gabriel promete achar tal espírito. Cai a noite e Adão e Eva vão descansar. Anjos a mando de Gabriel descobrem Satanás a espreita, tentando Eva em seus sonhos. Levam-no até Gabriel. Há um interrogatório, Satã retira-se do Paraíso.

Canto V:

Pela manhã, Eva conta de seu sonho perturbado a Adão. Ele a consola. Rafael é enviado para instar Adão à obediência. Em sua ida ao Paraíso, Rafael narra a Adão sobre seu inimigo. Em detalhes conta sobre sua revolta e a dos anjos rebeldes que o acompanharam. Responde aos questionamentos de Adão. Conta sobre Abdiel e sua fidelidade a qual pôs à prova ao tentar dissuadir Satanás por argumentos, e ainda que só. Não adiantando, afasta-se e abandona os revoltosos, sendo tido nos céus por venturoso e obediente.

Canto VI:

Rafael continua seu relato sobre os combates celestiais por conta da revolta de Satanás. Descreve o envio de Miguel e Gabriel para o combate com Satanás e seus anjos. Narra a primeira batalha entre eles. Na qual o inimigo se retira, reunindo os seus num conselho. Da trama inventa armas potentes para no segundo dia usá-las contra seus adversários. Acaba funcionando por instantes o estratagema, causando grandes danos. Até que Miguel com seus anjos reage. No terceiro dia, Deus manda seu Filho, que está destinada a glória da vitória sobre Satanás, com o poder dado pelo Pai. O Filho arrasa o exército inimigo totalmente sozinho e os lança todos no Inferno. Regressando Vencedor para Deus.

Canto VII:

Após pedido de Adão, Rafael relata sobre os motivos para a criação do mundo e o modo, após a expulsão de Satanás e seus seguidores dos céus. Fala sobre a vontade de Deus em criar novo mundo com novas criaturas. Tudo através de Seu Filho, Vencedor e com Glória. Há, posteriormente, uma grande festa dos anjos não caídos pela criação magistral de Deus no Filho.

Canto VIII:

Adão interpela Rafael sobre outros assuntos de sua curiosidade, tem resposta duvidosa e é aconselhado a se ocupar de assuntos do seu conhecimento e de maior proveito para si mesmo. Acaba cedendo e convencido. Mas querendo ficar mais tempo com Rafael, conta ele sobre sua percepção acerca de sua própria criação. Sua conversa com Deus e sua solidão. Seu encontro com Eva. Ouve mais conselhos de Rafael, que se retira.

Canto IX:

Satanás retorna depois de percorrer os limítrofes da criação. Incorporando-se à serpente. O casal cuida de seus afazeres paradisíacos. Eva propõe divisão de obrigações, na qual ficarão separados para maior proveito de ambos. Adão teme que Eva fique sozinha após o que Rafael lhe contara sobre a ronda inimiga. Eva o dissuade e quer mesmo provar sua força e lealdade. Depois de objeções, Adão consente. A serpente a encontra só. Passa a mostrar-se para chamar sua atenção. Depois lhe fala com muita lisonja. Elogiando Eva acima de todas as criaturas. Eva fica honrada e vaidosa. Surpresa também com a fala humana na serpente. Esta glorifica uma Árvore sem citá-la nominalmente. Eva quer ver tal Árvore e a serpente a leva até a Árvore da Ciência. Eva objeta da proibição, mas acaba seduzida e toma do fruto e o come. Ela se regozija pelo fruto e o que ela a dá. Fica em dúvida se oferecerá ou não a Adão. Por fim, leva a ele. Inicialmente Adão se desespera por saber o que disso resulta. Mas levado pelo amor, quer fazer parte da mesma punição que Eva. Come também do fruto. Os efeitos fatídicos já se mostram e procuram encobrir a nudez. Começam acusações entre eles.

Canto X:

Após a transgressão do casal primeiro, os Anjos voltam aos céus. Deus os recebe e os livra da culpa, não poderiam evitar tal queda humana. Envia o Filho para julgar o casal. Ele profere a sentença, veste-os e retorna aos céus. O Pecado e a Morte satisfeitos do sucesso de Satanás saem do inferno a seguir seu pai no novo mundo. Criam uma ponte entre o inferno e o mundo no Caos, seguindo o mesmo caminho traçado pelo seu chefe. Encontram Satanás que voltava ao inferno e parabenizam-se. Ele chega ao inferno e passa a relatar seus sucessos. Esperando aplausos, recebe silvos. Todos no inferno viram serpentes medonhas segundo a sentença dada no Paraíso. Tendo a Árvore semelhante no inferno, lançam-se a ela atrás do seu fruto, mas tragam a terra e cinzas. Deus profere a Vitória Final do Filho sobre eles. Seguida da renovação de tudo. Ordena alterações nos Céus e nos elementos. Adão lamenta muito sua atual condição. Não quer ser consolado por Eva. Mas ela insiste e acaba conseguindo aplacar mais seu desgosto. Propõe, Eva, para sair da maldição meios que Adão não aprova. Adão, então, recorda a Eva a vingança de Sua Semente sobre a serpente. Aconselham-se a, através do arrependimento e orações, irem ter novamente com Deus.

Canto XI

O Filho, já como Intercessor, mostra as orações de Adão e Eva e seu dual arrependimento. Deus aceita, mas não permite deixar sem conseqüências tal ato. Manda Miguel retirá-los do Paraíso e também narrar a Adão os sucessos futuros para dar-lhes esperança. Miguel desce obediente. Adão vai ao seu encontro. O anjo anuncia a saída inevitável de ambos do Paraíso, Eva se lamenta muito. Adão se submete. O anjo leva a um alto monte e mostra a ele em visões o que breve deve acontecer até o Dilúvio.

Canto XII

As visões e narração futuristas continuam. Há menções de Abraão e, pouco a pouco, chega resumidamente até a Encarnação do Filho, morte, ressurreição e ascensão Dele. Adão se alegra muito diante de tão grandes esperanças. Desce do Monte, e vai acordar Eva. Que está mais disposta por ter tido em seu sono sonhos agradáveis. Miguel os leva para fora do Paraíso. Atrás, a Espada de Fogo e os Querubins prontos para a guarda do Jardim.

Muito se discute entre os críticos o protagonismo de Lúcifer na obra, e que ele seria um herói no épico de Milton, lutando contra a Monarquia Celestial. Fazem diversas alusões ao seu sentimento antimonárquico como sendo uma alegoria no poema ao próprio Deus como monarca. Como se Satanás estivesse sendo retratado como um republicano ou revolucionário, que reúne seus comparsas para planejar um ataque, ouvindo a todos no pandemônio e ponderando cada uma das opiniões. Enquanto Deus estaria sendo representado, ainda que de maneira elogiosa, como um tirano, um Rei que só ordena, sem haver qualquer tipo de liberdade. Muitos outros críticos jamais aceitaram tal interpretação. Milton não aceitava a monarquia inglesa vigente como um poder legítimo, ao passo que não restam dúvidas quanto à sua religiosidade e aceitação de Deus como autoridade absoluta. Sua vida é inteiramente regida pela religiosidade.

Além disso, Satanás é retratado diversas vezes como rei e líder absoluto no inferno. Falando sempre como um monarca. O que denota o contrário, Satanás sendo a monarquia. Numa das citações mais conhecidas do poema, ele se expressa assim:

“Reinar é o alvo da ambição mais nobre,
Inda que seja no profundo Inferno:
Reinar no Inferno preferir nos cumpre
À vileza de ser no Céu escravos.”

O que ajuda a desmontar a teoria de um herói que está interessado em uma pretensa justiça, igualdade ou direito, ou em qualquer ideia louvável que não contemple ele como monarca absoluto. Milton não faz elogio a Satanás de forma alguma. Pelo contrário, constantemente mostra suas características deploráveis citadas na Bíblia e até injeta outras. Ainda que as características como coragem e força sejam constantemente retratadas nele, fica claro que tais características não vêm da pessoalidade das mesmas, mas claramente vindas do Eterno, que tudo criou, inclusive os Anjos caídos. Como diria C.S. Lewis, mais ou menos assim; se forem tiradas todas as características boas dadas por Deus aos anjos caídos, não sobra nada, nem espírito.

A crítica que defende um herói em Satanás se esquece também que a obra trata do que diz seu título, isto é, um Paraíso Perdido. Perdido justamente na artimanha satânica e desobediência humana. E, neste ínterim, não há como desligar do fato a serpente como protagonista de tal evento. Desse modo, fica fácil entender que a natureza de tal personagem, suas motivações, planos, projetos, temperamentos e personalidade precisam ser absolutamente esquadrinhadas. O autor faz isso com perfeição, baseando-se muito na realidade bíblica e pouco até na imaginação. O que leva a uma necessidade artística e de técnica, não a um desenho idealista heroico. É pragmatismo e gênio não adoração. Deve-se levar em conta o aspecto biográfico de Milton. Um protestante. E, nesse aspecto, considerando sua época, sempre haverá uma ótica desagradável quando se trata de domínio e chefatura. Ainda que se esforce pra sobrepujá-la, como fica claro ao falar dos céus e da Divindade.

Portanto, não vejo como possa ter Milton tecido elogio a Satanás como se fosse alguém interessado num bem coletivo tal qual o que o Autor pensava haver na queda da monarquia que tanto combateu. Há ainda pesando contra esse argumento a suspeita de que Milton não fosse contra a monarquia específica e completamente. Mas contra a monarquia vigente de sua época. O problema, na verdade, como sempre, reside nos leitores e não no Autor ou na obra. A crítica e sua paranoia com o momento histórico, esquece de tudo, inclusive da pessoa que está escrevendo. E, por fim, não haveria sentido em escrever depois o Paraíso Reconquistado se estivesse interessado em somente elogiar uma pretensão satânica. Obra final que descreve a Vitória Última. Já explicitada em visões dadas por Miguel a Adão, antes de sua saída do Éden no “Perdido”.

Esquecendo as polêmicas interpretações sobre a obra, todos são unânimes em reconhecer que se trata de um documento especial, oriundo de uma mente especial. Paraíso Perdido deveria ser obra obrigatória não somente para os cristãos mas para todos os amantes da boa poesia e literatura. Milton conseguiu aliar toda a sua profusão de conhecimento, inspiração, veia poética, imaginação e gênio literário numa obra absolutamente ímpar. Certamente este é um dos livros senão o livro que mais senti prazer em ler.

Não poderia deixar de criticar nossos amigos “tubers” e tecer um elogio a excepcional Claire Scorzi. Uma resenhista fenomenal. Sou um fã incondicional dessa mulher. E é a única que encontrei a falar sobre a obra no Youtube. Para desgosto nosso, há dezenas de resenhas em espanhol e inglês, o que demonstra mais uma vez que nosso nível de leitura realmente anda brigando com a inteligência e perda de tempo. Basta comparar o número de resenhas que iremos encontrar em português para 50 tons de cinza. Uma grande pena…

Fontes pesquisadas e lidas:
Paraíso Perdido, John Milton, tradução de Antônio José de Lima Leitão.
http://www.e-biografias.net/john_milton/
http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Milton
http://followscience.com/content/397508/john-milton-o-paraiso-perdido/
Obra integral com partes biográficas: http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/paraisoperdido.html

Paraíso Perdido – John Milton

Resenha da magnífica Claire Scorzi:

Publicado originalmente no Recanto das Letras em: 10/06/2015

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7 comentários em “Paraíso Perdido, John Milton (Republicação)

  1. Sigo a Claire no meu canal no youtube. Adoro a forma como ela explica e o estilo de leitura dela muito me agrada. Não conheço esse autor (afinal tem um milhão de coisas ainda que ignoro). Um dia vou conseguir ler algo do tipo… estou aprendendo…

    Preciso vir aqui mais vezes… Parabéns!

    Curtido por 1 pessoa

    1. Obrigado, Laynne. Nem sabia que você tinha canal literário no youtube. Gosto muito dela, o jeito dela com aquele brilho nos olhos falando de literatura, fantástica! Chega a dar vontade de comer livro. rsrs. 🙂

      Curtido por 1 pessoa

      1. Na verdade não é bem um canal literário… rs Faz anos que uso, é mais para facilitar alguns vídeos que queria usar na escola ou algo que queria acessar com maior facilidade em outro local ou mandar pra alguém… Mandar vídeo por e-mail sempre deu muito trabalho. É mais um canal pessoal. Mas, eu adoro ouvir a Claire… a ouço faz muitos anos e ela é uma mulher muito simpática.

        Curtido por 1 pessoa

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